Site criado para comunicação entre ex-seminaristas franciscanos dos Seminários São João Batista de Luzerna - SC e Seminário Santo Antonio de Agudos -SP.
A idéia básica que permeia o conceito de “arte política”, é de que a ação governamental, ao invés de se submeter às ciências tem raiz no conhecimento prático de explorar todas as possibilidades existentes, de como improvisar e realizar o máximo, de como modificar em positivos todos os fatos negativos; tudo com base na “arte” pessoal, na destreza de convencimento, no carisma pessoal dos políticos. O que interessa, então, para a “arte da política”, é o confronto direto dos problemas práticos e específicos e a capacidade de superá-los.
Mas, sem conhecimento acadêmico, técnico e científico, como abordar de forma precisa e correta cada situação? Como conhecer a lógica interna de cada problema? Como confrontar os problemas práticos sem conhecer soluções técnicas e científicas sobre desenvolvimento, saúde, meio ambiente, urbanismo, direito, economia, finanças públicas e outras matérias necessárias ao bem administrar, absolutamente imprescindíveis às mais eficazes decisões e a resultados de grandes alcances e maiores impactos à maior parte da população?
Parece-me que, no conceito de “arte da política”, se empoleiram as raposas políticas, as que se dedicam a puxar o tapete dos que as cercam; as que contratam mequetrefes; as que moldam e conduzem as políticas públicas de acordo com as suas conveniências e entendimentos pessoais; as que conspiram com deslealdade na certeza íntima da discrição dos subservientes; pouco preocupadas com resultados efetivos da operacão administrativa.
"Todos os que já passaram pelo velho seminário de Rio Negro terão lembranças da antiga RVPSC - Rede Viação Paraná Santa Catarina -, em especial do famoso 'misto' que, em teoria, saía cada dia às 5h10 da manhã da Estação de Mafra. Em Engenheiro Bley a gente podia baldear para o trem que vinha de Curitiba e que, no dia seguinte, a uma hora um tanto imprevisível, entrava na estação da Sorocabana, em São Paulo. O 'misto' que, na madrugada de 31 de janeiro de 1950, arrancava de Mafra com dois vagões de passageiros a mais, pode merecer algum destaque nos anais da Província. Levava nestes dois vagões quatro padres e 70 alunos em mudança para Agudos. Em Engenheiro Bley os dois vagões foram engatados no trem paulista que vinha de Curitiba.Frei Onésimo Dreyer, professor em Agudos desde o início, reitor por longos anos do seminário, mestre de Física, matemática, astronomia fala deste período.
A locomotiva estranhou o peso adicional e o trem foi atrasado. Em Iperó, o trem São Paulo-Ourinhos recebeu os dois preciosos vagões e os puxou, sem muito esforço adicional, até Juquiratiba, ao pé da serra de Botucatu, porque até lá a linha estava eletrificada. Neste trecho acabou o chimarrão, porque a gente não podia mais buscar água quente na locomotiva em troca de cigarro de palha para o maquinista. Para lá de Juquiratiba, outra vez com máquina a vapor, o trem atrasou mais duas horas na subida de serra. Afinal, no dia 1° de fevereiro, às 10 horas da noite, apareceu a primeira luz de Agudos. O povo, aglomerado na estação, soltava foguetes. O prefeito da cidade Pe. João Batista de Aquino fez inflamado discurso de boas-vindas.
Frei Cipriano Chardon, que já nos estava esperando em Agudos, retribuiu a saudação e os 70 jovens, empoeirados e famintos, mas dispostos a enfrentar qualquer coisa, entoam seu canto predileto daquele tempo: 'Nós dobramos a nossa alma...' Os quatro padres que acompanharam o grande êxodo foram: Frei Vito Maria Wiltgen, Frei Onésimo Dreyer, Frei Beraldo Fleddermann e Frei Hildebrando Hafkemeyer. Em Agudos já se achavam Frei Cipriano Chardon e Frei Tadeu Hoenneghausen, além de Frei Rufino Ueter, e um grupo de seis estudantes para arrumar a casa, entre eles: Francisco Roldo, Honorato Devigili e Antônio Lorenzetti.
Igualmente já estava a postos uma seleta equipe de irmãos: Frei Mansueto Schoettler, alfaiate; Frei Anselmo Thiele, padeiro; Frei Honório Schiffer, hortelão; frei Valdomiro Pazzini, marceneiro; Frei Mário Araújo, cozinheiro; Frei Guido Tomiosso, copeiro; e Frei Tarcísio Bonetti, sapateiro e sacristão. Poucos dias depois chegaram também outros dois padres que o definitório havia transferido para Agudos: Frei Álvaro Machado da Silva e Frei Columbano Gilbert. Frei Cipriano foi o primeiro Diretor do Seminário e superior da comunidade, que se compunha de 9 padres e 7 irmãos.
A gente foi se ajeitando na nova casa. Cozinha, copa, refeitório, algumas oficinas e um dormitório já estavam mais ou menos prontos. Como Capela servia a atual sala de recreio da 1ª ala, aliás única ala que estava em pé. Como não havia bancos, as caixas que vinham os ladrilhos de São Paulo serviam de genuflexório individual. As mesmas caixas, colocadas em pé e encostadas na parede do corredor, serviam de biblioteca no primeiro ano. Não existia uma dúzia de chuveiros. Alicerces estavam se abrindo por toda parte, betoneiras estavam roncando debaixo das janelas, preás de dia, gambás de noite passeavam pelos corredores. A samambaia começava logo para lá das salas de aula, infestadas de moscas e vespas. Mas uma pitada de orgulho enchia os moradores, uma grande vontade de fazer desta obra de nossa Província um sucesso.
No dia 19 de fevereiro, Dom Frei Henrique G. Trindade veio de Botucatu para benzer a nossa casa. Foi solene a bênção, assistida pelo vigário de Agudos Mons. José Maria da Silva Paes, pelo prefeito Pe. João Batista de Aquino, pelo vice-provincial Frei Heliodoro Mueller, pelo Dr. Joaquim Bezerra da Silva e pelo mestre-de-obras Sr. Armando Carrara. Houve até uma carta do Miniatro Geral da nossa Ordem. A nota destoante foi o temporal que desabou no meio da bênção, obrigando todo mundo a uma corrida pouco litúrgica à procura de algum canto protegido. Três dias mais tarde, na manhã de 22 de fevereiro do Ano Santo de 1950, iniciamos as aulas".
Nota: Conheci os frades, nomes em negrito acima. Frei Onésimo foi meu professor de matemática e física. Frei Cipriano faleceu em Concórdia - SC, em 1975 e está enterrado no cemitério municipal da mesma cidade.
Ao ouvir a Nona Sinfonia de Beethoven sempre tenho presente em
minha memória a figura de um dos mais extraordinários mestres que conheci na
juventude e o quão vigoroso e cheio de ideais foi aquele tempo de seminário, um
dos mais belos da minha vida. Orientador, professor de música e regente do
coral, seu vasto conhecimento e esforço na formação moral, disciplinar e
cultural dos seminaristas, lembravam a figura de Ludwig van Beethoven e de sua
história de superação diante das adversidades. Surdo, se tornou o maior
compositor da história. Dizia ele: “A música é o vínculo que une a vida do
espírito à vida dos sentidos. A melodia é a vida sensível da poesia”.
Adolescentes
ainda surdos para a música, nos fazia conhecer composições que inebriavam a
alma. Em discos de vinil, ouvíamos o inesquecível “Quatro Estações” do italiano
Antonio Vivaldi; o “Danúbio Azul” de Johann Straus; a Sinfonia Nº 40 de
Wolfgang Amadeus Mozart; a “Música Aquática” de Frideric George Haendel; os
movimentos daBWV 1060 de Johann Sebastian Bach; a maravilhosa “Valsa das Flores” de
Piotr Ilitch Tchaikovsky; o polaco Frédéric Chopin com suas maravilhosas Valsa
Minuto e Mazurca; Johannes Brahms com a Symphony No.3 Poco Allegretto (a
que mais me comovia), entre outras, rabiscadas no meu vetusto caderninho de
música que ainda conservo como preciosa relíquia de um tempo que não volta
mais, mas que ainda faz parte das minhas mais caras memórias.
Lembro-me da
aguçada e reverente atenção às lições diárias e dos nobres sentimentos que elas
carreavam aos nossos corações: fraternidade, compaixão, amor e respeito pela vida.
No hall central do seminário, grandes orquestras podiam ser ouvidas entre
o jantar e a terceira hora de estudos do dia: Paul Mauriat, Ray Connif, Frank
Pourcel e Billy Vaughn (que ouço enquanto escrevo estas linhas).
“Asa Branca” e “Assum Preto” de Luis Gonzaga eram cantadas em festivais e em
apresentações do coral. O estudo da história dos grandes compositores da musica
popular brasileira era matéria obrigatória nas aulas de canto. Escolhi, em
certo ano, Jucas Chaves, o “Menestrel Maldito”, e, por conta disso, ainda
desato a rir das piadas e críticas ao “establishment” da década de setenta.
Soube
recentemente, que Frei Tarcísio Theeis retornou à região onde nasceu, Belchior Alto - SC, para o
aniversário dos seus cinquenta anos de vida religiosa. Na melodia dos parabéns,
imagino todos os compositores e cantores das músicas que nos fez amar, cantando
com o povo, para ele. E os pássaros em algaraviada em torno do nosso velho
Seminário de Luzerna. E os aplausos de centenas de ex-seminaristas, em eterna
gratidão. Aulas de canto, na grade curricular de nossas atuais escolas básicas certamente
contribuiriam para uma melhor formação humana de nossa juventude, transviada
num barulho infernal que, infelizmente, chamam de música...
Pensamento da semana: “Fazer aniversário é
olhar para trás com gratidão e para frente com fé.” Rosaura Gomes.
Frei Tarcísio Geraldo Theiss, 71 anos, retornou à comunidade Belchior Alto -SC, onde nasceu, para se encontrar com familiares e amigos. Na igreja lotada, Frei Germano Guesser, pároco da Paróquia São Pedro Apóstolo,
e Frei José Lino Lückmann, que atualmente está em Lages, celebraram a missa.
Após a celebração, os convidados seguiram para um almoço de confraternização no
Clube de Bocha do Belchior.
Frei Tarcísio nasceu no dia 1º de abril de 1942, no bairro Belchior Alto.
Ele é filho de João e Clara Theiss. Ele ingressou na Ordem dos Frades Menores
no dia 19 de dezembro de 1962. Fez profissão solene no dia 15 de dezembro de 1967
e foi ordenado no dia 15 de dezembro de 1968, por Dom Querino Schmitz,
na Igreja Matriz São Pedro Apóstolo, em Gaspar.
Frei Tarcísio foi o Padre Orientador do Seminário São João Batista, em Luzerna - SC e
lecionou no Seminário Santo Antonio de Agudos SP. Após, por 25 anos serviu a Deus no Estado do Mato Grosso. Hoje, está na Diocese de Lages.
PARABÉNS !!! E SAUDADES DOS EX-SEMINARISTAS PARA QUEM VOCE FOI EXEMPLO DE DISCIPLINA, RETIDÃO, RESPONSABILIDADE
E DEDICAÇÃO AOS ESTUDOS E A DEUS. Fotos: Jornal JM Jornal Metas de Gaspar - SC - O seu jornal de Gaspar
Aproximando-se da morte, Francisco de
Assis acrescenta a última estrofe ao Cântico do Irmão Sol que havia composto e
pede aos seus confrades que o entoem em homenagem a Morte a quem com amor chama
de “Irmã”: “Louvado sejas, ó meu
Senhor, por nossa irmã a Morte corporal, à qual nenhum homem vivente pode
escapar...”. O segredo para tamanha serenidade na hora de partir é
simples. Francisco não acumulava dinheiro, poder, prestígio, bem no
prumo do que disse Jesus: “Abençoados os pobres de espírito, os mansos, os que
têm fome e sede de justiça, os misericordiosos, os limpos de coração, os
pacificadores.” Pouca gente leva a sério este ensinamento e por isso a maioria
das pessoas nunca está preparada para partir. O desespero normalmente fica por
conta das posses, ou melhor, da possessividade. Quanto mais se possui, mais se
teme perder. Mas, se não se possui nada, quando for a hora de partir, se estará
pronto, cantando como Francisco. O problema é que se vive confundindo bens
materiais, poder econômico e sucesso financeiro com bênçãos de Deus, sem se
perceber que a verdadeira prosperidade é a do ser e não a do ter; que todo o
desejo em ser especial é egoísta e que a viagem do ego gera o medo da partida.
Quem não carrega nada consigo sempre está
disponível para o novo, para o desconhecido. Assim são os franciscanos. Chutam
o ego e se enchem interiormente de um espaço vazio, no qual não cabe bens,
riquezas, poder, superioridade. O amor pela natureza e pelas pessoas, a
celebração pela vida e a comemoração pela simplicidade ocupa o espaço interior
destes sucessores de Francisco. Por isso, quando partem, vão felizes.
Dormindo em rede nordestina, com barbas grisalhas e roupas surradas, um
franciscano excepcional defendeu entre nós, com grande força moral, a mãe natureza,
a mãe terra, a preservação do meio ambiente, a dignidade do ser humano. Nos
cursos de teologia abertos ao povo deu exemplo de vida a quem teve olhos para
ver e ouvidos para ouvir. Cumprida a missão, pediu transferência para Curitiba
para tratamento de saúde (cardiovascular). Vai da mesma forma como chegam todos
os franciscanos: sem nada para carregar (E disse-lhes Jesus: “Não leveis nada
para o caminho: nem cajado, nem alforje, nem pão, nem dinheiro, e não leveis
duas túnicas. Quando entrardes em alguma casa, ficai nela até partirdes dali.
Se alguns não vos receberem, ao sair dessa cidade, sacudi o pó dos vossos pés,
como testemunho contra eles” Lc 9, 1-6).
Em rápida conversa, me confidenciou que o
exemplo que deixa por onde passa, é o de ficar sempre do lado da verdade e o de
ser fiel até o fim: “Isso faz amigos e inimigos, ser fiel tem a ver com fel, é
amargo, mas é o caminho”. Dionísio Ricieri Morás me deixa a mesma impressão que
tenho de Francisco de Assis: a de um ser humano que sabe trazer qualidade de
consciência, que sabe introduzir a mensagem de Jesus Cristo na vida comum do
povo sem a pretensão de estar fazendo algo de especial, apenas cumprindo um
simples dever: "Ide a todo mundo e pregai o Evangelho a toda
criatura" (Mc 16,15). Por isso é um pregador extraordinário, que deixará
saudades. Que ao partir não sacuda a poeira dos pés e ore por todos nós.
Pensamento da semana: “Viver é sempre
dizer aos outros que eles são importantes. Que nós os amamos, porque um dia
eles se vão e ficaremos com a impressão de que não os amamos o suficiente.“
De nada adianta santidade, correção nas atitudes, postura de oração permanente e profunda intimidade com Jesus se não houver serviço ao próximo, com competência, precisão, abnegação e realização cuidadosa do dever quotidiano. “O profissionalismo, que significa competência, estudo, atualização, vai-se formando e, pelo menos em parte, adquire-se; mas, precisamente para que se forme e seja adquirido, penso que é preciso haver, desde o início, uma boa base. Quando não há profissionalismo, lentamente vai-se escorregando para o nível da mediocridade.” Embora a santidade seja a mais importante na hierarquia dos valores é preciso considerar que está na base da nossa vida cotidiana também a qualidade do trabalho e do serviço. “Santidade significa vida imersa no Espírito, abertura do coração a Deus, oração constante, humildade profunda, amor fraterno nas relações.” Amor fraterno também significa evitar fofocas e murmurações porque lesam a qualidade das pessoas, lesam a qualidade do trabalho e do ambiente. Em síntese essa mensagem do Papa Francisco cabe a todas as pessoas, criaturas de Deus, cristãos engajados e batizados, enfim, a todos, independentemente da congregação, igreja ou religião a que pertençam.
A ela gostaria de acrescentar o preconceito, como o maior veneno que destrói a fé, entristece o coração de Deus e alegra o coração do diabo. Ouvi da boca de um pentecostal, que católico não é cristão e, a partir desta perspectiva reducionista passar a explicar os motivos de sua convicção. Também ouvi da boca de um pastor que não se deve chamar os padres de “padre”, que significa “pai”, porque na realidade são apenas sacerdotes romanos, simples serviçais ligados à Cúria Romana. Também ouvi da boca de um líder católico que pentecostais correm o risco do fundamentalismo religioso. Então, fico a me perguntar neste início de ano de 2014, que santidade é esta que busca o preconceito e a fofoca entre o povo de Deus? Que santidade é esta que divide e rejeita a solidariedade e a fraternidade como raiz do verdadeiro amor?
A impressão que tenho, neste alvorecer do ano, é que os cristãos, os líderes religiosos, as igrejas, assim como as instituições em geral, imersas nas suas próprias verdades, filosofias e doutrinas, perderam a noção de conjunto, de humanidade global, de amor infinito que a todos acolhe, da verdadeira mensagem de Jesus Cristo derramada nos Evangelhos e no exemplo dos apóstolos. Um cristianismo assim, dividido, preconceituoso, que não busca superar as divergências culturais e ideológicas é arrogante, anti-ecumênico, atrapalha a vida, desqualifica o profissionalismo no serviço, afasta o Espírito Santo, torna medíocre a santidade, nos impede de sermos felizes e de alcançar o céu.
All’inizio del nuovo anno rivolgo a tutti voi gli auguri di pace e di ogni bene. Il mio augurio è quello della Chiesa, è quello cristiano! Non è legato al senso un po’ magico e un po’ fatalistico di un nuovo ciclo che inizia. Noi sappiamo che la storia ha un centro: Gesù Cristo, incarnato, morto e risorto, che è vivo tra noi; ha un fine: il Regno di Dio, Regno di pace, di giustizia, di libertà nell’amore; e ha una forza che la muove verso quel fine: la forza è lo Spirito Santo. Tutti noi abbiamo lo Spirito Santo che abbiamo ricevuto nel Battesimo, e Lui ci spinge ad andare avanti nella strada della vita cristiana, nella strada della storia, verso il Regno di Dio.
Questo Spirito è la potenza d’amore che ha fecondato il grembo della Vergine Maria; ed è lo stesso che anima i progetti e le opere di tutti i costruttori di pace. Dove è un uomo o una donna costruttore di pace, è proprio lo Spirito Santo che li aiuta, li spinge a fare la pace. Due strade si incrociano oggi: festa di Maria Santissima Madre di Dio e Giornata Mondiale della Pace. Otto giorni fa è risuonato l’annuncio angelico: “Gloria a Dio e pace agli uomini”; oggi lo accogliamo nuovamente dalla Madre di Gesù, che «custodiva tutte queste cose, meditandole nel suo cuore» (Lc2,19), per farne il nostro impegno nel corso dell’anno che si apre.
Il tema di questa Giornata Mondiale della Pace è «Fraternità, fondamento e via per la pace». Fraternità: sulla scia dei miei Predecessori, a partire da Paolo VI, ho sviluppato il tema in un Messaggio, già diffuso e che oggi idealmente consegno a tutti. Alla base c’è la convinzione che siamo tutti figli dell’unico Padre celeste, facciamo parte della stessa famiglia umana e condividiamo un comune destino. Da qui deriva per ciascuno la responsabilità di operare affinché il mondo diventi una comunità di fratelli che si rispettano, si accettano nelle loro diversità e si prendono cura gli uni degli altri. Siamo anche chiamati a renderci conto delle violenze e delle ingiustizie presenti in tante parti del mondo e che non possono lasciarci indifferenti e immobili: c’è bisogno dell’impegno di tutti per costruire una società veramente più giusta e solidale. Ieri ho ricevuto una lettera di un signore, forse uno di voi, che mettendomi a conoscenza di una tragedia familiare, successivamente elencava tante tragedie e guerre oggi, nel mondo, e mi domandava: cosa succede nel cuore dell’uomo, che è portato a fare tutto questo? E diceva, alla fine: “E’ ora di fermarsi”. Anche io credo che ci farà bene fermarci in questa strada di violenza, e cercare la pace. Fratelli e sorelle, faccio mie le parole di quest’uomo: cosa succede nel cuore dell’uomo? Cosa succede nel cuore dell’umanità? E’ ora di fermarsi!
Da ogni angolo della terra, oggi i credenti elevano la preghiera per chiedere al Signore il dono della pace e la capacità di portarla in ogni ambiente. In questo primo giorno dell’anno, il Signore ci aiuti ad incamminarci tutti con più decisione sulle vie della giustizia e della pace. E incominciamo a casa! Giustizia e pace a casa, tra noi. Si incomincia a casa e poi si va avanti, a tutta l’umanità. Ma dobbiamo incominciare a casa. Lo Spirito Santo agisca nei cuori, sciolga le chiusure e le durezze e ci conceda di intenerirci davanti alla debolezza del Bambino Gesù. La pace, infatti, richiede la forza della mitezza, la forza nonviolenta della verità e dell’amore.
Nelle mani di Maria, Madre del Redentore, poniamo con fiducia filiale le nostre speranze. A lei, che estende la sua maternità a tutti gli uomini, affidiamo il grido di pace delle popolazioni oppresse dalla guerra e dalla violenza, perché il coraggio del dialogo e della riconciliazione prevalga sulle tentazioni di vendetta, di prepotenza, di corruzione. A lei chiediamo che il Vangelo della fraternità, annunciato e testimoniato dalla Chiesa, possa parlare ad ogni coscienza e abbattere i muri che impediscono ai nemici di riconoscersi fratelli
sábado, 21 de dezembro de 2013
APRESENTAÇÃO DAS FELICITAÇÕES DE NATAL À CÚRIA ROMANA
Senhores Cardeais, Amados irmãos no episcopado e no sacerdócio, Amados irmãos e irmãs!
Agradeço cordialmente ao Cardeal Decano as suas palavras. Obrigado!
O Senhor concedeu-nos a graça de fazermos uma vez mais o caminho do Advento, tendo rapidamente chegado aos últimos dias que precedem o Natal, dias permeados dum clima espiritual único, feito de sentimentos, recordações, sinais litúrgicos e não litúrgicos, como o presépio... Neste clima, situa-se também o tradicional encontro convosco, Superiores e Oficiais da Cúria Romana que prestais diariamente a vossa colaboração para o serviço da Igreja. A todos vos saúdo cordialmente; seja-me permitido que saúde de modo particular o Arcebispo Pietro Parolin, que há pouco começou o seu serviço como Secretário de Estado e precisa das nossas orações!
Ao mesmo tempo que temos os nossos corações repletos de gratidão a Deus, que nos amou até ao ponto de entregar o Filho Unigénito por nós, é bom dar espaço à gratidão também entre nós. E, neste meu primeiro Natal como Bispo de Roma, sinto necessidade de vos dizer um grande «obrigado» a todos, como comunidade de trabalho, e a cada um pessoalmente. Agradeço-vos pelo vosso serviço de cada dia: pelo cuidado, a diligência, a criatividade; pelo empenho, nem sempre fácil, em colaborardes no departamento ouvindo-vos, confrontando-vos, valorizando as diferentes personalidades e qualidades no respeito recíproco.
De forma particular, desejo exprimir a minha gratidão àqueles que, neste período, terminam o seu serviço e passam à reforma. Bem sabemos que, como presbíteros e bispos, nunca se vai para a reforma; mas do serviço, sim. E é justo; até para se dedicar um pouco mais à oração e ao cuidado das almas, a começar pela própria! Assim, um «obrigado» especial, que me vem do coração, para vós, amados irmãos que deixais a Cúria, sobretudo para vós que aqui trabalhastes durante tantos anos e com grande dedicação, sem dar nas vistas. Isto é verdadeiramente digno de admiração. Muito admiro estes Monsenhores que seguem o modelo dos antigos curiais, pessoas exemplares… Mas hoje também os temos! Pessoas que trabalham com competência, precisão, abnegação, realizando cuidadosamente o seu dever quotidiano. A minha vontade era nomear aqui algum destes nossos irmãos para lhes exprimir a minha admiração e gratidão, mas sabemos que, numa lista, os primeiros que se notam são aqueles que faltam e, ao fazê-lo, corro o risco de esquecer alguém e cometer assim uma injustiça e uma falta de caridade. Contudo quero dizer a estes irmãos que constituem um testemunho muito importante no caminho da Igreja.
E são um modelo; e a partir deste modelo e deste testemunho deduzo as características do Oficial de Cúria, e mais ainda do Superior, que gostaria de sublinhar: o profissionalismo e o serviço.
O profissionalismo, que significa competência, estudo, actualização… Isto é um requisito fundamental para trabalhar na Cúria. Naturalmente, o profissionalismo vai-se formando e, pelo menos em parte, adquire-se; mas, precisamente para que se forme e seja adquirido, penso que é preciso haver, desde o início, uma boa base.
E a segunda característica é o serviço, serviço ao Papa e aos bispos, à Igreja universal e às Igrejas particulares. Na Cúria Romana, de um modo especial aprende-se, «respira-se» esta dupla dimensão da Igreja, esta interpenetração entre universal e particular; e penso que esta seja uma das mais belas experiências de quem vive e trabalha em Roma: «sentir» assim a Igreja. Quando não há profissionalismo, lentamente vai-se escorregando para o nível da mediocridade. A resolução dos casos reduz-se a informações estereotipadas e comunicações sem fermento de vida, incapazes de gerar horizontes grandes. Por outro lado, quando o procedimento não é de serviço às Igrejas particulares e seus bispos, então cresce a estrutura da Cúria como uma alfândega pesadamente burocrática, inspectora e inquisidora, que não permite a acção do Espírito Santo e o crescimento do povo de Deus.
A estas duas qualidades, profissionalismo e serviço, gostaria de acrescentar uma terceira, que é a santidade de vida. Bem sabemos que esta é a mais importante na hierarquia dos valores. Efectivamente, está na base também da qualidade do trabalho, do serviço. E quero reiterar aqui o que já mais de uma vez disse, publicamente, para agradecer ao Senhor: na Cúria Romana houve, e há, santos. Santidade significa vida imersa no Espírito, abertura do coração a Deus, oração constante, humildade profunda, amor fraterno nas relações com os colegas. Significa também apostolado, serviço pastoral discreto, fiel, realizado com zelo no contacto directo com o povo de Deus. Isto é indispensável para um sacerdote.
Santidade, na Cúria, significa também objecção de consciência. Sim, objecção de consciência às murmurações! Nós, justamente, insistimos muito sobre o valor da objecção de consciência, mas talvez devamos exercitá-la também para nos defendermos de uma lei não escrita que, infelizmente, existe nos nossos ambientes: a das murmurações. Então, façamos todos objecção de consciência! E olhai que não pretendo, com isto, fazer apenas um discurso moral ! Porque as murmurações lesam a qualidade das pessoas, lesam a qualidade do trabalho e do ambiente.
Queridos irmãos, sintamo-nos todos unidos neste último pedaço de estrada para Belém. Nisto pode fazer-nos bem meditar sobre o papel de São José, tão silencioso e tão necessário junto de Nossa Senhora. Pensemos n’Ele, na sua solicitude pela Esposa e o Menino. Isto é de grande inspiração para o nosso serviço à Igreja! Por isso, vivamos este Natal espiritualmente unidos a São José. Isto vai fazer-nos bem a todos!
Muito obrigado pelo vosso trabalho e, sobretudo, pelas vossas orações. Sinto-me deveras «levado» pelas orações, e peço-vos que continueis a sustentar-me desse modo. Também eu vos recordo ao Senhor e abençoo, desejando um Natal de luz e de paz para cada um de vós e vossos entes queridos. Feliz Natal!
Estava eu brincando na net hoje, com pouca coisa pra fazer em meu trabalho, quando lembrei de amigos do Seminario. Então encontrei seu trabalho que esta fazendo, fotos e muito mais coisas. Confesso que correu uma lagrima ao lembrar de tudo que se passou a tempos. Saudades dos amigos, do Seminario mesmo, de tudo. Parabens pelo que voce fez. Estou longe de SC hoje. Vivendo no Mato Grosso a 30 anos. Agora que encontrei amigos dos bons tempos que vivi espero poder conversar mais. Abração.
Cidade de Santa Carmen
ELÓI JOSÉ FELLINI
Geraldo Manzela Turcato
JOSE EDUARDO MANZO
Caro César,
Não nos conhecemos, nem tive o privilégio de conviver contigo. Só hoje conheci teu blog.
Pude me emocionar ao percorrer novamente o caminho até o seminário de Agudos. Derramei lágrimas na entrada de sua bela igreja - nem me lembrava de que ela é tão imponente!
A piscina me trou recordações contraditórias, nem todas boas, mas divertidas (sou hidrófobo até hoje!).
A morte do inesquecível frei Gregório!...
Leio o nome de colegas, separados pela vida e pelo tempo!
Como terá ficado nossos sonhos de servir a Cristo nos caminhos trilhados por São Francisco?
E a nossa Igreja, sempre ameaçando desabar, à espera de um milagre, de um novo Francisco que saiba dialogar com o povo e suas necessidades, ao mesmo tempo que é fiel ao papa, à tradição - coisa cada vez mais difícil.
Um abração deste novo amigo.
Moro em Monte Alegre do Sul - SP, exerço um ministério na paróquia.
Sou casado, três filhos, ainda sonho com um mundo melhor.
Caro Techio, segue foto de turma de 1965 em Agudos. Estamos tentando fechar os nomes e endereços eletrônicos. Contatos comigo e pelos contatos de tua página. Meu endereço barrio@barrionuevo.com.br. Também estou tentando contato com José Luiz Diógenes Travessa, Bibiano Gomes e João de Jesus Rodrigues Fiuza. Abraço. José
OLUCIRES JOSÉ DA SILVA
Olá César. Prazer falar com você. Não o
conheço. O encontrei nos recados de ex-seminaristas dos Seminários de Rio
Negro, Agudos, Rodeio e Luzerna.
Fui Seminarista em Rodeio-SC em 1959 e
1960; em Rio Negro-PR em 1961 e 1962 e, finalmente em Agudos-SP em 1963 e 1964.
Não sei se você é o Responsável pelos
saudosos seminaristas dos anos citados, ou melhor: faz intercâmbio entre
aqueles que estudaram nesses seminários.
De qualquer forma, gostaria de relembrar
alguns deles, quando lá estiveram, pois já faz muito tempo.
Você saberia como? O que devo fazer?
Um forte abraço.
Olucires José da Silva
VALDORINO BALDO
Alo César Techio. Sou Valdorino Baldo,
irmão do Adi Baldo, estudei em rio negro em 69 e 70, e 71 em Agudos. Moro em
Francisco Beltrão - PR, e meu telefone é (46)3523-3988 e email o mesmo que
estou usando para lhe enviar esta mensagem.( valdorino@hotmail.com)
Gostaria de estabelecer contato contigo.
Att.
Valdorino Baldo
João José Ferreira paracesartechio@gmail.com
data12 de setembro de 2010 09:35
assuntoapresentação
enviado porgmail.com
assinado porgmail.com
Oi, Cesar, tudo bem!
Grande idéia a sua, bacana mesmo. Sou João José Ferreira. Estudei em Agudos de
1979 a 1983, fiz noviciado em Rodeio, 1984 e parei em Rondinha, Campo Largo, em
1985. Estudei com Elígio Luís Rowedder(vulgo Conitcha), Dirceu Lorenzetti(vulgo
Leão), Sidney Adílson Becker(vulgo Beckinha), Jhon Bernard Kleba, Sérgio
Pazinatto, Antoni Barbosa Bittencourt, Claudionor Alves Viana, Sérgio Baggio,
Roberto Tonin, e muitos outros que me perdoem se não recordei todos, mas eram
muitos. Gostaria de ter notícias deles.
A sua idéia resgata memórias e suaviza, de alguma forma, a tensão e o stress em
que a maioria das pessoas estão mergulhadas. Parabenizo voce porisso.
P.S.; Sou de Taubaté, Vale do Paraíba, interior de S. Paulo. Trabalho numa
transportadora que atende a região, uma empresa familiar. Folgo aos sábados a
tarde e domingos, e fiquei muito animado de ter a oportunidade de relembrar
esses bons tempos dessa maneira "suiu generis" que voce proporcionou.
Um grande abraço
BARRIONUEVO
Prezado Cesar:
Deixei o seminário em 1967 (ou 66?), no segundo ano do segundo grau de Agudos.
Fui por 30 anos jornalista de política, colunista, comentarista, do Correio do
Povo, Rádio Guaíba, RBSTV, Zero Hora, Rádio Gaúcha, hoje tenho uma empresa
(Barrionuevo Gestão de Imagem), no RS. Resido em Porto Alegre desde 1968, estou
com 63 anos, tenho dois filhos, uma neta.
Parabéns pela comunicação que estás estabelecendo, reencontrando pessoas,
buscando as origens de oportunidade única de ter estudado num seminário com
aquele padrão franciscano de Agudos.
Há muitos anos não reencontro colegas de seminário.
Talvez possa reencontrar grandes amigos como Antoninho Tadeu Piedade Melaré,
José Luiz Diógenes Travessa, João de Jesus Rodrigues Fiuza, Gilberto Giusti,
Francisco Arenhart. Pelo teu blog é possível, Agradeço. Abraço a todos.
José Barrionuevo
Em tempo: podes disponibilizar meu endereço de e-mail e minha mensagem, se
assim entenderes. barrio@barrionuevo.com.br
vilmar.mattiello@caixa.gov.br
Cesar!
Que bom “reencontrar” vc!
Vi seu blog e a lista dos ex-seminaristas.
Sou Vilmar Luiz Mattiello, seminarista em
73/78 em Luzerna e Agudos.
Alguém falou que vc está advogando em
Concórdia, mas faz tempo que ouvi isto.
Trabalho na CAIXA Federal há quase 30 anos
e estou de gerente geral na agencia Chapecó!
Grande abraço
Vilmar Luiz Mattiello
paulo.casagrande@sesipr.org.br
Olá!
Pesquisando vi meu nome na relação do
Seminário Santo Antonio de Agudos, foi há muito tempo!
Tem alguma notícia mais recente?
Grato
Paulo Rogério De Mari Casagrande Analista
Administrativo Financeiro
Serviço Social da Industria Sistema
Federação das Indústrias do Estado do Paraná
Rua Maria Helena, 707
São José dos Pinhais / Pr - BrasilCep:
83.005-480
' fone 55 (41) 3299-6367 7 fax (41) 55
3299-5379
Franciso Gabriel Heidemann
heidex0@gmail.com
Colega de Francisco Orth
Meu caro Cesar:
Acabei de ter contato com seu blog e
descobri que meu antigo colega de Agudos,
o Chico Orth, já é falecido. Desde então
nunca mais o havia visto ou ouvido a seu respeito.Fomos colegas de turma a
partir de 1957, em Rio Negro.
Outros nomes da mesma turma que vi em seu
blog são:Olivo Tondello,
Élio Zilio(tb
falecido),Vitalino.
Perdi contato com todos eles. Recentemente um colega de turma,Osvaldo Lazarotti,fez
contato comigo. Tenho fotos desses tempos, mas já não me recordo os nomes dos ex-colegas.
Estudei em Rodeio nos anos de 1955-56; em
Rio Negro, em 1957; e em Agudos, de 1958-1963. Além disso, ainda fui a Rodeio
(novicidado, 1964), Curitiba (filosofia, 1965-66) e um ano em Petrópolis
(teologia, 1967). Foi no final de 1967 que deixei o seminário.
Fiz carreira acadêmica como professor na
UFSC e na UDESC, em Florianópolis, SC. Na Universidade me dei conta do
diferencial que significou para a minha vida profissional a formação que recebi
no seminário. A educação do seminário foi, sem qualquer exagero, uma educação
de primeiro mundo, senão melhor, mais completa!
Sei que em Curitiba há um número grande de
ex-seminaristas de Agudos. O pessoal do sul do Brasil, que deixou o seminário,
se concentrou em grande número na cidade de Curitiba nos anos 60 e 70. Era uma
forma de estar num centro um pouco mais avançado e não tão longe de suas
famílias de origem, quase sempre do meio rural. È muito louvável sua iniciativa
de criar um meio que faz com que a gente possa recordar e talvez até encontrar
algum colega antigo que esteja por aí por perto, já que, com internet, todos
estão por perto!
Um grande abraço
Francisco G. Heidemann
NOTA: Frei Francisco Orth foi meu
orientador em Luzerna - SC, uma verdadeira benção, um grande exemplo de amor ao
próximo. Que saudades !
sou de Goiás e também fui seminarista franciscano, no Regina Minorum em
Anápolis-Goe Agudos em São
Paulo. Cheguei em Agudos em 1967 e voltamos todos para Goiás no final de 1968. Desde
2003 pra cá que mantenho contato principalmente com meus ex colegas.
Minha turma é é do dom Bosco e Dom Figo, já falecido.
Uma turma antes de Dom Leonardo Ulrich Steiner.
Tem muitos outros nomes
Moro em Goiânia-62-9614-8677
Estou sentindo falta daquela parte do site do Seminário
Histórico/turma de alunos ano a ano des 1950.
Abraços felicidades e parabéns.
Depois te passo mais informações como a lista que tenho
Aquele site os desbravadores também era muito bom mas expirou..
Felicidades e bom final de semana.
Rômel Cândido Meireles
ola, cesar tudo bem, sou Gelcio Antonio
Zanin, navegando pela internet, encontri um site e vi vc, estudei em Luzerna de
1973/76 juntamente com Gelso Matiello< Nelvo Matiello, Francico Mateillo
e outros mais, me lembro de vc, onde vc anda? eu moro e Curitiba<
trabalho com automoveis, e construcao civil, quero manter contato contigo e com
outros, vi que Luiz Toigo e Delcio Lorenzetti se formaram padres que bom, acho
que foram os unicos da nossa turma, que bom relembras velhos tempos, um abraco
tudo de bom, espero teu contato seu.
Ainda neste dias estava falando mal de vc.
meu deus quanta saudades. lembro de tudo. vejo tuas maluquices em meu
pensamento e chego a ter vontade de chorar, pois adorava tudo o que vivemos. Eu
adorava o que vc fazia. Parecia que não regulava muito bem. Mas, vc era o mais
cabeça feita de todos nós. Não sabes quem eu sou? Hoje sou escritor. tenho
vários livros escritos e comecei a escrever naquela Epoca, pois adorava fazer
redações cheias de muita emoção e fantasia. Não lembra?
Sou o geraldo manzela turcato. Tenho muitas
saudades daquele tempo e de todos.
meus emails: gegeturcato@yahoo.com.br e
gegeturcato@ibest.com.br
fones 41 33731275 e 8433 9653;=20
Hoje sou presidente de uma associação de
moradores reconhecida na italia e em nova york e em muitos estados do brasil. veja
na internet por geraldo, turcato...
Foi assim que decobri vc, seu louco, um
forte abraços e que de te dê muita luz e paz.
De
Osnin Jorge Paiva Olá César:
Não nos conhecemos, mas vi seu recado no
seu blog. Sou da turma que freqüentou o Seminário de Santo Antonio em Agudos
durante os anos 60 a 64. Lá deixei grandes e bons amigos, mas perdi contacto
com quase todos eles. Se alguém deste grupo entrar em contacto contigo, lhe
agradeço por me informar.
Participei do encontro de ex-seminaristas em
Agudos em janeiro deste ano. Mas revi muito poucos de minha turma. Além do fato
de que estamos todos já velhos (digamos melhor, um pouco “coroas”) e não nos
reconhecemos facilmente.Os meus dados estão abaixo. Se entrar no site de nossa
empresa, saberão um pouco mais a que me dedico.Obrigado e Boa Pascoa,
Oi, César, genial a iniciativa de provocar
ou incentivar o contato entre colegas ex-seminaristas franciscanos, guardo
ótimas recordações, devo muito, senão quase tudo da minha formação, aos anos de
seminário. E essa bagagem, enriquecida, não tenho dúvida, no convívio com
dezenas e dezenas desses ex-seminaristas. Poderia citar muitas dezenas deles,
amigos de estudo, dos jogos, dos passeios... Sou Roque José kammers (de
Angelina): Rodeio, em 1954, Rio Negro 55, Agudos de 56 a 62, Noviciado em
Ctba.64 e 65, quando saí. Sempre estranhei, alguns dos colegas com quem convivi
(embora poucos), passarem a hostilizar o período de seminário, respeito-os, têm
lá as suas razões... Da minha parte, porém, só guardo saudades e gratidão. Não
vou citar ninguém entre ex-seminaristas com quem convivi, e guardo saudades,
são muitos, cometeria injustiça por exclusão. Mas gostaria, sem dúvida, de me
relacionar com quem tivesse o mesmo interesse, saber por onde andam.... Sou
hoje pai de três filhos, todos casados, professor aposentado, moro em Curitiba,
atualmente advogo.
Um abraço, César, e a todos
Roque
Gisele Zella giselezella@hotmail.com
OLÁ!
Bom não sei se voce poderá me ajudar,mas
assim,meu tio fez parte de luzerna da turma de 1965,mas infelizmente ele
faleceu ainda muito jovem,meu pai era muito ligado com ele mas ne época muito
pobre,ficamos sem fotos e enfim sem nada para recordaçao,gostaria de receber
qualquer coisa daquela época,fotos de turma ,qualquer coisa mesmo,ja pesquisei
alguma coisa mas ñ consegui nada,o nome de meu tio é Guido Zella,ele era
natural de canoinhas sc,ñ concluiu os estudos pelo agravamento da doença.Espero
que possa me ajudar sei queé dificil,diante de tantos anos mas quem sabe alguem
da época ñ tenha alguma coisa,desde ja agradeço!
RESPOSTA: SOLICITAMOS AOS COLEGAS DA ÉPOCA
QUE LEMBRAM DO GUIDO ZELLA, SE TIVEREM ALGUMA FOTOGRAFIA QUE INCLUA O GUIDO,
POR FAVOR DIGITALIZAR E ENVIAR PARA A GISELE ZELLA, e-mail acima.
Um abraço a todos os colegas e todas as
épocas.
Cesar Techio
Ola!!!
Vi o nome de muita gente conhecida... Meu irmão (Thiago Faria) foi seminarista
da turma de 1995... convivi com várias pessoas que passarm pelo Seminario entre
1995 e 1998 e muitos eu não tenho mais notícias...
Vou
deixar meu e-mail caso alguém daquela turma queria entrar em contato: