quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Jéssica Franciane Faria

Ola!!! Vi o nome de muita gente conhecida... Meu irmão (Thiago Faria) foi seminarista da turma de 1995... convivi com várias pessoas que passarm pelo Seminario entre 1995 e 1998 e muitos eu não tenho mais notícias...
Vou deixar meu e-mail caso alguém daquela turma queria entrar em contato:

jessicafranciane@hotmail.com
Abraços! Jéssica Franciane Faria

domingo, 21 de agosto de 2011

JOSE BARRIONUEVO

Caro Cesar Techio

Sou jornalista em Porto Alegre, deixei o seminário de Agudos em 66, no segundo ano do segundo grau, e procuro amigos como Bibiano, José Luiz Diogenes Travessa, João de Jesus Rodrigues Fiuza... pessoal da minha turma.

E-EMAIL PARA CONTATO: barrio@barrionuevo.com.br

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

FREI GREGÓRIO JOHNSCHER - Rinaldo Andrucioli




Estimados

Conheci Frei Gregório Johnscher, mais um grande frade e santo, ainda em vida.
Que emoção receber a informação que segue, de RINALDO ANDRUCIOLI.



FREI GREGÓRIO JOHNSCHER JÁ CONTA COM ORAÇÃO DEVOÇÃO PARTICULAR.


O frade franciscano Gregório Johnscher já conta com uma Oração de devoção particular, aprovada pelo bispo Diocesano Dom Caetano Ferrari,OFM, desde 2009.
O pedido foi apresentado pelo jornalista Rinaldo Andrucioli, que foi por 17 anos coroinha de Frei Gregório na Capela Santo Antonio em Agudos-SP.
Frei Gregório Johnscher (1920-2005), nasceu em Curitiba-PR, foi ordenado sacerdote em 1946.
Em 1953, veio para o Seminário Santo Antonio de Agudos-SP, como professor, viveu em Agudos, por 52 anos, sendo o criador do Museu Escolar visitado por pessoas de diversas partes do país.
Teve toda sua vida dedicada aos enfermos e aos pobres, vivendo plenamente sua vocação sacerdotal, mesmo doente atendia às pessoas que o procuravam, veio a falecer aos 85 anos no dia 18 de março de 2005.
Considerado pela comunidade católica agudense como santo, fato que levou o jo rnalista apresentar o pedido junto a Diocese de Bauru. Diversos relatos estão sendo encaminhados para a Diocese.
Em 2010, o jornalista Rinaldo Andrucioli lançou o livro, " Frei Gregório Uma vida por Cristo", que pode ser adquirido no Seminário Santo Antonio de Agudos.
Seu processo de beatificação está na fase diocesana.
Participe da comunidade Frei Gregório- O santo de Agudos no Orkut.

De rinaldoandrucioli@bol.com.br



LEIA SOBRE FREI GREGÓRIO:

Frei Gregório Johnscher, ofm * 08.08.1920 + 18.03.2005

Frei Gregório faleceu hoje, 18.03, por volta das 10h30, no Hospital de Agudos, depois de algumas semanas em crescente debilidade física geral. Em 2004, depois de sofrer uma queda, só andava com o apoio de um andador. Posteriormente, permanecia no seu quarto, ainda sentando-se à mesa, onde lia, rezava e escrevia. Nas últimas semanas, passou a ficar permanentemente na cama, assistido pelo enfermeiro, confrades e seminaristas. Permaneceu lúcido, praticamente até o final.

Dados Pessoais e Formação
·• Nascimento: 08.08.1920 (84 anos), em Curitiba-PR.
·• Nome de batismo: Norberto Guilherme
·• 1934-1940 - Ingresso e estudos iniciais no Seminário de Rio Negro-PR.
·• 21.12.1940 - Vestição e Admissão ao Noviciado Franciscano, em Rodeio-SC.
·• 64 anos de vida religiosa franciscana.
·• 22.12.1941 - Primeira profissão temporária dos votos religiosos.
·• 1942 - Estudos de Filosofia, em Rodeio-SC.
·• 1943-1944 - continuação dos Estudos de Filosofia, em Curitiba-PR,
·• 1945-1948 - Estudos de Teologia, em Petrópolis-RJ.
·• 22.12.1944 - Profissão solene dos votos perpétuos na Ordem dos Frades Menores.
·• 30.11.1945 - Ordenação diaconal, em Petrópolis-RJ.
·• 03.12.1946 - Ordenação presbiteral (58 anos de ministério sacerdotal).
Atividades na Evangelização
·• 1949-1952 - Professor, Mestre dos Irmãos no Seminário de Rio Negro-PR.
·• 1953-1989 - Exerceu, por 36 anos, magistério como professor no Seminário Santo Antônio (Ensino Básico e Ensino Médio), em Agudos-SP.
·• 1953-2005 - Professor, Mestre dos irmãos, Vigário da Casa, Vigário paroquial, capelão do Hospital, Confessor, Idealizador e Coordenador do Museu Escolar, em Agudos-SP.

O Frade Menor
A vida e a trajetória franciscana e sacerdotal de Frei Gregório falam por si mesmas. Entre seus confrades é considerado um monumento, um ícone dos valores mais essenciais da vida franciscana, porque nele ficava patente aquilo que todos nós desejamos ser como frades menores.

· Sem contar o tempo de formação, recebeu apenas duas únicas transferências ao longo dos seus 64 anos de vida franciscana, para Rio Negro e Agudos: 56 anos como educador; 52 anos no Seminário de Agudos, dos quais 36 como professor.

· Gerações de frades dele receberam os estudos das ciências, do desenho, do latim. Ficaram célebres suas aulas no laboratório de química na manipulação das substâncias e dos aparelhos de experiências. Com Frei Onésimo Dreyer, despertou nos jovens formandos o amor e o interesse pela astronomia.

· O Museu Escolar, que hoje leva seu nome, consumiu grande parte do seu tempo, de sua dedicação e de sua vida. E tornou-se uma referência em toda a região, com as visitas de escolares e do público em geral.

· Ao lado desta sua dimensão de homem da ciência, havia o zeloso pastor, sempre disposto no atendimento dos enfermos no hospital local, nas celebrações e confissões na Paróquia de Santo Antônio, que ele ajudou a construir.

· Nos serviços internos da fraternidade, era uma presença constante, fiel e incansável. Aprendemos a associar sua figura e presença à vida de oração e à Eucaristia. Constituiu-se num sinal, num convite permanente e silencioso àquela dimensão tão cara a São Francisco, a de buscar incessantemente a "santa operação do Espírito de Deus".

· O zelo, a dedicação extremada aos confrades idosos e doentes era outra sua marca. Não raro, levantava durante a noite e a madrugada, para verificar se os enfermos não precisavam de algo e, para os quais, celebrava a missa diária.

· Presença alegre, amiga, bem humorada, nos recreios e encontros da fraternidade, sempre encontrando uma forma de puxar uma boa conversa, com uma "introdução prévia", delicadeza própria de quem se oferece e não se impõe.

· Mesmo nos seus últimos anos, com as limitações da idade e saúde, procurava descobrir onde e como servir, seja como cronista da casa, na marcação das missas, e na redação das memórias e biografias dos confrades mais idosos da fraternidade.

· Por tudo isto, e muito mais, o Seminário de Agudos não será mais o mesmo sem a presença física deste frade menor. Não veremos mais o seu vulto, andando e rezando o rosário durante a noite, na penumbra dos corredores e do claustro. Porém, o tempo não vai conseguir apagar do coração e da memória dos seus confrades e seminaristas, o seu testemunho de fé e de fidelidade e a sua límpida encarnação do evangelho.

De certa forma, com a morte de Frei Gregório, se encerra uma parte da história do Seminário de Agudos, da qual ele foi pioneiro, e protagonista.
Fonte: http://www.franciscanos.org.br/provincia/fradesfalecidos/freigregorio.php



quarta-feira, 10 de agosto de 2011

BILL GATES E FREI HENRIQUE




Cesar Techio
Economista – Advogado
techio@concordia.psi.br


A Fundação Bill & Melinda Gates investe bilhões de dólares no combate a miséria e doenças em países pobres e tem como uma das suas metas melhorar o ensino público nos Estados Unidos. Numa entrevista ao The Wall Street Journal, reproduzido na revista Veja, edição 2228, de 03 de agosto de 2011, Bill Gates deixa transparecer insatisfação com os baixos resultados de seus investimentos. A fundação busca eficácia máxima, mesmo assim não se observou impactos significativos nas atividades desenvolvidas. O problema, a meu ver, reside na idéia da própria filantropia enquanto sistema de doação a entidades ou causas. A simples doação sob o ponto de vista de resultados concretos relativamente a objetivos sociais e humanitários é ofensiva, na medida em que cria a psicologia do dependente e mostra a ele a própria incapacidade para resolver os problemas de sobrevivência. Com o tempo, o “beneficiário” cria aversão ao “benfeitor”, pois a cada doação fica clara a sua incompetência e os limites intransponíveis da miséria. Então, a solução para a inclusão social passa, imprescindível e necessariamente, por projetos auto-sustentáveis, ou seja, é preciso ensinar a pescar e não dar o peixe. Ou melhor, é preciso fazer com que as pessoas pesquem e consigam vender o peixe.

Em Bacabal, no Maranhão, na condição de economista enviado pelo extinto Centro de Documentação e Pesquisa da UNISINOS, diante das sucessivas e sangrentas invasões de propriedades pelos trabalhadores sem terra, busquei implementar um modelo cooperativo para aquisição de terras. Enquanto o Bispo Frei Pascásio Rettler abria os braços em frente a metralhadoras para defender as invasões de fazendas, seu sucessor, o Bispo Frei Heinrich Karl Johannpoetter inovou ao ver no cooperativismo a solução para o problema. É claro que esperar pelos políticos, especialmente do Maranhão, era uma estupidez, pois a perpetuação da miséria e das promessas era do interesse da classe política, considerando que com elas conseguia se reeleger infinitamente. Em conversa com Roque Lauschner, diretor do Colégio Pio Brasiliano em Roma, e técnico da FAO, Frei Henrique, como preferíamos chamá-lo, acolheu o modelo cooperativo como meio eficaz para por fim as invasões, à violência no campo e a dependência dos trabalhadores sem terra a todo e qualquer tipo de organização política.

Assim, com fundos da filantropia alemã, promoveu inicialmente a aquisição de fazendas, repassando-as para os “sem terras”, organizados juridicamente em cooperativas, as quais, na condição de pessoas jurídicas, re-adquiriam as propriedades para pagamento através de módicas mensalidades em 10, 15 ou 20 anos. Cada cooperativa buscava ocupar a terra e implantar algum tipo de agroindústria, visando agregar maior valor aos seus produtos. Passo seguinte, meu trabalho consistiu na orientação para a implantação de uma central de compras para a aquisição dos produtos das cooperativas, a serem comercializados em Teresina- PI ou em São Luis – MA. A adoção de fundos de capitalização para a aquisição de novas terras para os filhos dos trabalhadores sem terra integrava o modelo gestor de auto-suficiência econômica, social e política. Pessoas e instituições tentam fazer o melhor pela humanidade, como a Fundação Bill & Melinda Gates, mas sem o método certo. Ou falta vontade, inteligência, ética e competência no setor público, ou falta modelo eficiente no meio filantrópico.

Pensamentos da semana: 1- “Dilma age como quer a maioria da cidadania: preserva a dignidade do cargo e afasta firmemente os de conduta frágil. Tudo isso é novidade”. Cláudio Lembo, na revista Veja, edição nº 2229 que circula hoje. 2 - Ministério do Transporte, da Agricultura e agora Ministério do Turismo. Passando o Brasil a limpo.