sábado, 12 de agosto de 2017

DIÁSPORA. O barco cheio de fariseus (...) Onde estas Senhor Deus, que não respondes?

Diáspora - Tribalistas. Arnaldo Antunes / Carlinhos Brown / Marisa Monte. O barco cheio de fariseus (...) Onde estas Senhor Deus, que não respondes?
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sábado, 5 de agosto de 2017

PROCURADORA GERAL DESTITUÍDA : QUEREM ESCONDER PROVAS DA ODEBRECHT


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A Assembleia Nacional Constituinte da Venezuela, eleita há quase uma semana e empossada nesta sexta-feira, destituiu a procuradora-geral Luisa Ortega Díaz do cargo. Ela também perdeu o direito de exercer qualquer cargo público, teve os seus bens congelados e está impedida de sair do país.
Os 545 membros da assembleia, que possui poderes especiais sobre outras instituições do Estado, aprovaram por unanimidade a remoção de Ortega do cargo, num movimento que críticos dizem ser uma afronta à democracia. 

Ortega, para quem a Assembleia Constituinte reflete uma "ambição ditatorial", é uma veterana chavista que se distanciou do governo ao denunciar uma ruptura da ordem constitucional na Venezuela. 

Na manhã deste sábado (5), Luisa foi impedida de entrar na sede do Ministério Público da Venezuela. Outros funcionários também foram impedidos e um guarda foi preso. Para Luisa, a operação foi montada para que ela não pudesse levar documentos do prédio. 

"Lamentavelmente, vocês viram como me empurraram e como me atacaram para que eu não entrasse na sede do Ministério Público?", disse a procuradora a jornalistas na ocasião.

"SABEM O QUE QUEREM COM ISSO?", PERGUNTOU LUISA ORTEGA DÍAZ."QUEREM ESCONDER AS PROVAS DA ODEBRECHT", SUGERIU.
Por G1 05/08/2017

VENEZUELA - IGREJA TEM OBRIGAÇÃO DE LUTAR FORTEMENTE E SEM CONCESSÕES CONTRA O GOLPE.

ESCUTE RÁDIO CARACAS http://rcr.tv/wprcr/audio-alterno-2/


PROCURADORA - MINISTÉRIO PÚBLICO
05.08.17

A Assembleia Constituinte do presidente Nicolás Maduro inciará seus trabalhos neste sábado (5) com a procuradora-geral Luisa Ortega na mira e em meio às críticas internacionais.
Agentes da Guarda Nacional Bolivariana (GNB) estão posicionados nos arredores e acessos à sede do Ministério Público, no centro de Caracas, de acordo com fotos divulgadas pela assessoria de imprensa do MP.
“Rechaço o cerco ao Ministério Público. Denuncio essa arbitrariedade à comunidade nacional e internacional”, escreveu a procuradora-geral em sua conta no Twitter.

Na sexta-feira, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), que o governo de Nicolás Maduro não reconhece, anunciou a concessão de medida cautelar de proteção para Ortega, considerando que a sua vida e integridade “correm risco iminente de dano irreparável”.

Ortega, para quem a Assembleia Constituinte reflete uma “ambição ditatorial”, é uma veterana chavista que se distanciou do governo ao denunciar uma ruptura da ordem constitucional na Venezuela.
O secretário-geral da Organização dos Estados Americanos, Luis Almagro, condenou no Twitter o assédio ao MP e exigiu respeito à medida cautelar do CIDH.
A procuradora apresentou vários recursos contra a Assembleia Constituinte, todos rejeitados pelo Tribunal Supremo de Justiça (TSJ), acusado de servir ao governo.
Nesta semana, anunciou a abertura de uma investigação contra os diretores do Conselho Nacional Eleitoral (CNE), após a denúncia pela Smartmatic, empresa que forneceu apoio técnico à votação da Assembleia Constituinte, de que houve “manipulação” nos resultados.
Maduro e os líderes do governo já alertaram que a Assembleia Constituinte “vai colocar ordem” no Parlamento, de maioria opositora, e no Ministério Público.
Na segunda-feira, o presidente propôs que a Constituinte levante a imunidade dos deputados para levá-los à Justiça e que assuma o “controle” do MP.
– “Não se enganem” –
“O que vocês acham que (a Assembleia Constituinte) deve fazer com o Ministério Público? Reestruturá-lo imediatamente, declarar em emergência e assumir sua liderança na busca de justiça”, disse ele.
Ao tomar posse como presidente da Assembleia Constituinte, a chavista Delcy Rodríguez afirmou que “a procuradora não traiu um partido político”, mas suas funções, “que é a de atuação imparcial”.
“Não me interessa a fidelidade política nem partidária de um procurador, me interessa que um procurador-geral da República tenha fidelidade à justiça, com imparcialidade, não com posições partidárias”, assegurou.
A Constituinte prevê estabelecer uma Comissão da Verdade que, segundo Maduro, “trará justiça” após a violência nos protestos que sacodem há quatro meses o país e que deixaram 125 mortos.
A Assembleia Constituinte, dotada de “superpoderes”, irá governar o país por tempo indefinido e redigirá a Carta Magna que irá substituir aquela promulgada em 1999 pelo falecido presidente Hugo Chávez.
As primeiras deliberações da Assembleia Constituinte vão coincidir com uma reunião dos chanceleres do Mercosul em São Paulo.
Suspensa desde dezembro de 2016 por descumprir obrigações comerciais, a Venezuela poderá voltar a ser punida com sanções, desta vez por “ruptura da ordem democrática”, segundo o ministro brasileiro das Relações Exteriores, Aloysio Núñez.
Diante da pressão internacional, Rodríguez lançou uma advertência em seu primeiro discurso como presidente da Constituinte: “Não se enganem (…) Nós venezuelanos resolveremos nosso conflito, nossa crise, sem nenhum tipo de interferência externa”.
Os Estados Unidos não reconhecem a legitimidade da Constituinte, assim como uma dezena de governos latino-americanos e a União Europeia. O Vaticano também pediu que o processo seja suspenso, considerando que fomenta “um clima de tensão”.
Segundo pesquisa Datanálisis, sete em cada dez venezuelanos rejeitam a Assembleia Constituinte.

sexta-feira, 21 de julho de 2017

COM O AUMENTO DA GASOLINA, VOCE É O PATO!







É o maior TARIFAÇO DA HISTÓRIA.
PARA ACABAR DE VEZ COM O POVO.
O PRESIDENTE TEMER NÃO TEM COMPROMISSO COM A POPULAÇÃO E TORROU R$ 15 BILHÕES EM EMENDAS PARLAMENTARES PARA COMPRAR A CÂMARA PARA NÃO SER AFASTADO POR CORRUPÇÃO PASSIVA.
Aí, agora vem com o aumento de R$ 0,41 por litro de gasolina para arrecadar R$ 10 bilhões.
E, sem qualquer remorso,  botou no  povo (leia-se pais de família) um TARIFAÇO CAPAZ DE TERMINAR DE VEZ COM A VIDA DAS FAMÍLIAS.
Vocês acham que a violência no Rio de Janeiro, que tende a se alastrar para todo o país é decorrente do que?
Tem a ver com a crise econômica.
Como vocês acham que fica um pai ou uma mãe que precisa alimentar seus filhos em casa,  sem EMPREGO?
É puro desespero.
Sem comida se morre de fome.
Essa cambada de políticos corruptos que acabou com o Brasil, precisa ser afastada da representação popular.
Nem é mais uma questão ideológica de esquerda ou direita, mas uma questão de sobrevivência.
O ESTADO  virou um fardo insuportável.
Ninguém aguenta mais pagar imposto para não receber SERVIÇOS PÚBLICO e para sustentar vagabundo.


quarta-feira, 7 de junho de 2017

CONCÓRDIA URGENTE: ENTENDA O MECANISMO, OS FATOS E A RESPONSABILIDADE QUE ESTÃO POR TRÁS DO DESLIZAMENTO DE ENCOSTAS.




Cesar Techio Advogado Economista - cesartechio@gmail.com

A derrubada de mata para a expansão de loteamentos dentro da bacia hidrográfica do Rio dos Queimados, tem que acabar. A fortíssima precipitação pluviométrica que se renova de tempos em tempos, aliada a desmatamentos, aplainamento e aterramentos em morros e encostas, especialmente no meio urbano, em meio a grande densidade populacional é prenúncio de desastres imensuráveis que pode ceifar não só o patrimônio, mas a vida das pessoas.

Esta intervenção humana na nossa topografia acidentada ocorre em desrespeito ao disposto no artigo 3º da lei estadual 6063/82.

É preciso proibir a ação de tratores e retroescavadeiras em encostas, ladeiras, e construção de casas e prédios em locais com mais de 30% a declividade.

Isto é indiscutível.

O município não deve conceder alvará para construção e engenheiros não devem projetar. Os órgãos ambientais têm a obrigação de embargar construções, multar e cobrar explicações das autoridades. Mesmo abaixo de 30% de declividade é necessário parecer de órgãos ambientais sobre a viabilidade de utilização do solo para moradias. Desmatamentos nesta nossa região topograficamente acidentada devem ser proibidos sem a realização do Estudo prévio de impacto ambiental (EIA) e do Estudo prévio de impacto de vizinhança (EIV).

A lei tem que mudar e ser mais restritiva em regiões como a nossa, porque não existem barragens de contenção que suportem chuvas tão intensas, como a que vivemos volta e meia.

Nossa cidade deve ser repensada, com urgência, quanto à viabilidade social, econômica e financeira de suas construções, espaços, ruas, atividades e se a execução dos projetos se encontra dentro das normas obrigatórias do direito ambiental e urbanístico.

Todas nossas leis, inclusive o Plano Diretor que mudou buscando “adaptar o máximo possível o parcelamento à topografia local” colidem frontalmente com a nova consciência global de defesa do meio ambiente.

A lei não pode e não deve autorizar adaptações à topografia que apresente declive acima de 30% e que possa provocar desmoronamentos ou ainda que dificultem a absorção das águas das chuvas pela mata. A simples existência à montante de escarpas de terra que ameacem ou se mostrem aptas a desmoronar, constituem ofensa à segurança das pessoas e de seus bens, pois podem comprometer a estabilidade e a solidez de casas e prédios.

Quando é feito um corte num morro, é retirada a escora ou calço natural, o que provoca desequilíbrio, sendo que, em época de chuvas, o manto de intemperismo que se encontra sob as encostas, ao receber água de chuvas, tem seu peso aumentado.

As argilas são saturadas, não se sustentam e, através de um fenômeno conhecido por solifluxão, deslizam sobre as rochas e despencam em enorme velocidade, buscando novas acomodações. Neste movimento, a lama leva casas, prédios e muitas vezes a vida de pessoas.

Para o caso de Concórdia, assim como de inúmeras cidades da região, não existe mais solução para as encostas, ainda mais diante de altas precipitações pluviométricas.

A aplicação de prática conservacionista, mesmo de caráter vegetativo, edáfico ou mecânico, como a construção de tapumes, murros de contenção e outros, não soluciona estes gravíssimos riscos e não garantem a integridade física de nossas famílias. Estas nossas encostas já estão condenadas. Mais cedo ou mais tarde virão abaixo podendo causar grandes desastres.

A realidade mostra que a água pluvial penetra o solo (por conta do desmatamento) e, em contato com as rochas que sustenta a camada de terra acima, cria um manto líquido, o qual, pela gravidade, pode deslizar morro abaixo, levando tudo o que encontra pela frente e não raras vezes em grande velocidade, pouco importando taludes, obras de drenagem, etc.

É claro que, por trás do crescimento urbano desordenado, com licenças ambientais espúrias e criminosas, pulsa feroz o capitalismo dominador, que avança em áreas que deveriam ser preservadas, buscando sempre valorizar o capital em detrimento de tudo e de todos.

Todo mundo sabe que é preciso proibir novos desmatamentos, aterramentos, barrancos cavados para construções, etc. e obrigar a recuperação de áreas desmatadas nos morros e em toda a bacia hidrográfica do Rio dos Queimados.

Mas, pelo quanto parece, alertas sobre deslizamentos de encostas, enchentes, agressão à natureza, riscos ä vida humana, ambição desmedida por dinheiro e poder, aumento da densidade urbana em áreas de risco, omissões, etc., continuarão a ser solenemente ignorados.

O sol voltará a brilhar logo mais, trazendo - mais uma vez - total amnésia quanto a este assunto.

E, pasmem, a cada nova estação de chuvas, continuarão a ocorrer deslizamentos de encostas, com risco concreto à vida e ao patrimônio das pessoas.