sexta-feira, 21 de julho de 2017

COM O AUMENTO DA GASOLINA, VOCE É O PATO!







É o maior TARIFAÇO DA HISTÓRIA.
PARA ACABAR DE VEZ COM O POVO.
O PRESIDENTE TEMER NÃO TEM COMPROMISSO COM A POPULAÇÃO E TORROU R$ 15 BILHÕES EM EMENDAS PARLAMENTARES PARA COMPRAR A CÂMARA PARA NÃO SER AFASTADO POR CORRUPÇÃO PASSIVA.
Aí, agora vem com o aumento de R$ 0,41 por litro de gasolina para arrecadar R$ 10 bilhões.
E, sem qualquer remorso,  botou no  povo (leia-se pais de família) um TARIFAÇO CAPAZ DE TERMINAR DE VEZ COM A VIDA DAS FAMÍLIAS.
Vocês acham que a violência no Rio de Janeiro, que tende a se alastrar para todo o país é decorrente do que?
Tem a ver com a crise econômica.
Como vocês acham que fica um pai ou uma mãe que precisa alimentar seus filhos em casa,  sem EMPREGO?
É puro desespero.
Sem comida se morre de fome.
Essa cambada de políticos corruptos que acabou com o Brasil, precisa ser afastada da representação popular.
Nem é mais uma questão ideológica de esquerda ou direita, mas uma questão de sobrevivência.
O ESTADO  virou um fardo insuportável.
Ninguém aguenta mais pagar imposto para não receber SERVIÇOS PÚBLICO e para sustentar vagabundo.


quarta-feira, 7 de junho de 2017

CONCÓRDIA URGENTE: ENTENDA O MECANISMO, OS FATOS E A RESPONSABILIDADE QUE ESTÃO POR TRÁS DO DESLIZAMENTO DE ENCOSTAS.




Cesar Techio Advogado Economista - cesartechio@gmail.com

A derrubada de mata para a expansão de loteamentos dentro da bacia hidrográfica do Rio dos Queimados, tem que acabar. A fortíssima precipitação pluviométrica que se renova de tempos em tempos, aliada a desmatamentos, aplainamento e aterramentos em morros e encostas, especialmente no meio urbano, em meio a grande densidade populacional é prenúncio de desastres imensuráveis que pode ceifar não só o patrimônio, mas a vida das pessoas.

Esta intervenção humana na nossa topografia acidentada ocorre em desrespeito ao disposto no artigo 3º da lei estadual 6063/82.

É preciso proibir a ação de tratores e retroescavadeiras em encostas, ladeiras, e construção de casas e prédios em locais com mais de 30% a declividade.

Isto é indiscutível.

O município não deve conceder alvará para construção e engenheiros não devem projetar. Os órgãos ambientais têm a obrigação de embargar construções, multar e cobrar explicações das autoridades. Mesmo abaixo de 30% de declividade é necessário parecer de órgãos ambientais sobre a viabilidade de utilização do solo para moradias. Desmatamentos nesta nossa região topograficamente acidentada devem ser proibidos sem a realização do Estudo prévio de impacto ambiental (EIA) e do Estudo prévio de impacto de vizinhança (EIV).

A lei tem que mudar e ser mais restritiva em regiões como a nossa, porque não existem barragens de contenção que suportem chuvas tão intensas, como a que vivemos volta e meia.

Nossa cidade deve ser repensada, com urgência, quanto à viabilidade social, econômica e financeira de suas construções, espaços, ruas, atividades e se a execução dos projetos se encontra dentro das normas obrigatórias do direito ambiental e urbanístico.

Todas nossas leis, inclusive o Plano Diretor que mudou buscando “adaptar o máximo possível o parcelamento à topografia local” colidem frontalmente com a nova consciência global de defesa do meio ambiente.

A lei não pode e não deve autorizar adaptações à topografia que apresente declive acima de 30% e que possa provocar desmoronamentos ou ainda que dificultem a absorção das águas das chuvas pela mata. A simples existência à montante de escarpas de terra que ameacem ou se mostrem aptas a desmoronar, constituem ofensa à segurança das pessoas e de seus bens, pois podem comprometer a estabilidade e a solidez de casas e prédios.

Quando é feito um corte num morro, é retirada a escora ou calço natural, o que provoca desequilíbrio, sendo que, em época de chuvas, o manto de intemperismo que se encontra sob as encostas, ao receber água de chuvas, tem seu peso aumentado.

As argilas são saturadas, não se sustentam e, através de um fenômeno conhecido por solifluxão, deslizam sobre as rochas e despencam em enorme velocidade, buscando novas acomodações. Neste movimento, a lama leva casas, prédios e muitas vezes a vida de pessoas.

Para o caso de Concórdia, assim como de inúmeras cidades da região, não existe mais solução para as encostas, ainda mais diante de altas precipitações pluviométricas.

A aplicação de prática conservacionista, mesmo de caráter vegetativo, edáfico ou mecânico, como a construção de tapumes, murros de contenção e outros, não soluciona estes gravíssimos riscos e não garantem a integridade física de nossas famílias. Estas nossas encostas já estão condenadas. Mais cedo ou mais tarde virão abaixo podendo causar grandes desastres.

A realidade mostra que a água pluvial penetra o solo (por conta do desmatamento) e, em contato com as rochas que sustenta a camada de terra acima, cria um manto líquido, o qual, pela gravidade, pode deslizar morro abaixo, levando tudo o que encontra pela frente e não raras vezes em grande velocidade, pouco importando taludes, obras de drenagem, etc.

É claro que, por trás do crescimento urbano desordenado, com licenças ambientais espúrias e criminosas, pulsa feroz o capitalismo dominador, que avança em áreas que deveriam ser preservadas, buscando sempre valorizar o capital em detrimento de tudo e de todos.

Todo mundo sabe que é preciso proibir novos desmatamentos, aterramentos, barrancos cavados para construções, etc. e obrigar a recuperação de áreas desmatadas nos morros e em toda a bacia hidrográfica do Rio dos Queimados.

Mas, pelo quanto parece, alertas sobre deslizamentos de encostas, enchentes, agressão à natureza, riscos ä vida humana, ambição desmedida por dinheiro e poder, aumento da densidade urbana em áreas de risco, omissões, etc., continuarão a ser solenemente ignorados.

O sol voltará a brilhar logo mais, trazendo - mais uma vez - total amnésia quanto a este assunto.

E, pasmem, a cada nova estação de chuvas, continuarão a ocorrer deslizamentos de encostas, com risco concreto à vida e ao patrimônio das pessoas.

sexta-feira, 2 de junho de 2017

UNITED STATES "REJECT THE FUTURE" "Grande decepção", "irresponsável", "equivocada":



Barack Obama foi o primeiro a reagir à decisão de Donald Trump. O ex-presidente norte-americano considera que o país está sem liderança e que a administração Trump está ao lado de uma minoria que rejeita um futuro melhor. RTP NOTÍCIAS


 "Grande decepção", "irresponsável", "equivocada": as reações ao anúncio do presidente americano, Donald Trump, de que vai retirar os Estados Unidos do Acordo de Paris sobre o clima foram negativas em todo o mundo.


 EX- PRESIDENTE BARACK OBAMA- Estados Unidos - 

O ex-presidente americano Barack Obama lamentou a decisão do seu sucessor de retirar o país do acordo que ele assinou em dezembro de 2015, alertando que essa decisão faz com que os Estados Unidos "rejeitem o futuro".
"As nações que permanecem no Acordo de Paris serão as nações que colherão os benefícios em empregos e indústrias criadas", afirmou Obama em um comunicado.
"Mesmo na ausência da liderança americana, mesmo que esta administração se una a um pequeno grupo de nações que rejeitam o futuro, estou confiante de que nossos estados, cidades e empresas vão avançar e fazer ainda mais para indicar o caminho e ajudar a proteger o único planeta que temos para as futuras gerações", acrescentou.

 - ONU -
A decisão dos Estados Unidos de se retirarem do Acordo de Paris sobre o clima é uma "grande decepção", afirmou na quinta-feira o porta-voz da ONU, Stéphane Dujarric.

"É essencial que os Estados Unidos mantenham um papel dirigente nos assuntos ambientais", disse Dujarric.

O porta-voz se referiu à vontade do secretário-geral da organização, Antonio Guterres, "de dialogar com o governo americano e todas as partes interessadas nos Estados Unidos", e disse que ele "tem confiança nas cidades, estados e empresas" americanas para continuar trabalhando pela redução das emissões de carbono. 

  - Brasil -


Em um comunicado oficial, o Itamaraty manifestou "profunda preocupação e decepção" com a saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris, anunciada nesta quinta-feira por Trump, e ratificou estar "comprometido" com a implementação do pacto.

"Preocupa-nos o impacto negativo de tal decisão no diálogo e cooperação multilaterais para o enfrentamento de desafios globais", acrescentou a chancelaria brasileira.


- França -


O presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou que Trump "cometeu um erro para os interesses de seu país e um erro para o futuro do nosso planeta", ao decidir retirar os Estados Unidos do Acordo de Paris sobre o clima.

"Lamento" esta decisão. Os "Estados Unidos deram as costas ao mundo", declarou Macron em uma rápida declaração transmitida pela TV.

Em seu discurso televisionado, Macron parafraseou o slogan da campanha de Trump e, falando em inglês, dirigindo-se aos defensores do clima, convocou-os a "Make our planet great again" (fazer nosso planeta grande de novo).

Mais cedo, em um telefonema de cinco minutos, Macron tinha dito a Trump que era possível "discutir", mas que "nada nos acordos de Paris é negociável", informou uma fonte da 
Presidência francesa.

Em sua declaração, o presidente francês fez um convite aos "cientistas, empreendedores e cidadãos comprometidos" americanos a viajarem para a França para trabalhar em "soluções concretas para o clima". 


- União Europeia -


O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, considerou "seriamente equivocada" a decisão do presidente americano.

O mundo "pode contar com a Europa" para dirigir a luta contra o aquecimento global, indicou em um comunicado o comissário europeu para o Clima, Miguel Arias Cañete.

 - Alemanha, França e Itália -


Os três países afirmaram em uma declaração conjunta que "lamentam" a decisão dos Estados Unidos de sair deste pacto.

"Estamos firmemente convencidos de que o acordo não pode ser renegociado", na medida em que representa um "instrumento vital para nosso planeta, nossas sociedades e nossas economias", acrescentaram.

"Consideramos que sua dinâmica é irreversível" e que oferece "oportunidades consideráveis para a prosperidade e o crescimento, em nossos países e em nível global", insistiram os três líderes.

- Alemanha -

A chanceler alemã, Angela Merkel, declarou que "lamenta" a decisão de Trump e pediu que se continue com "a política climática que preserva a nossa Terra".

Vários de seus ministros social-democratas, entre eles seu ministro das Relações Exteriores, advertiram que a decisão de Trump "prejudicará" o mundo inteiro.


- Reino Unido -

A primeira-ministra britânica, Theresa May, disse ao presidente americano em uma conversa por telefone que o "Acordo de Paris outorga o marco global adequado para proteger a prosperidade e a segurança das gerações futuras, mantendo, ao mesmo tempo, a energia a preços alcançáveis e seguros para cidadãos e empresas".

No diálogo, May expressou sua decepção com a decisão e destacou que o Reino Unido continua comprometido com o Acordo de Paris.

"O presidente deixou claro que a porta continua aberta para uma futura participação no Acordo", destacou o governo britânico em um comunicado.


- Itália -

O presidente do Conselho italiano, Paolo Gentiloni, afirmou que não se deve "retroceder" com o que foi alcançado em Paris.


- China -

A agência oficial Xinhua publicou um artigo com o título "A retirada dos Estados Unidos do Acordo de Paris é um retrocesso global", no qual considera que a decisão do presidente americano, Donald Trump, de sair do acordo de Paris deixa um espaço muito grande para ser preenchido por apenas um país.

"Mas outros atores grandes, como União Europeia, China e Índia reiteram a vontade de aumentar os esforços ante a mudança de opinião dos Estados Unidos sobre este acordo emblemático", completou a agência.


- Canadá -

O primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, ligou para Trump nesta quinta-feira para expressar "sua decepção" com a decisão do presidente americano e transmitir sua intenção de continuar trabalhando com parceiros internacionais para combater as mudanças climáticas.

"Enquanto a decisão dos Estados Unidos é desanimadora, continuamos inspirados pelo impulso crescente em todo o mundo para combater as mudanças climáticas e a transição para economias de crescimento limpo", disse Trudeau em um comunicado.

O primeiro-ministro prometeu, ainda, continuar trabalhando com estados americanos que apoiam a ação climática "para impulsionar o progresso em um dos maiores desafios que enfrentamos como mundo". 


- Dinamarca -

O primeiro-ministro dinamarquês, Lars Lokke Rasmussen, disse que esta quinta-feira é "um dia triste para o mundo", e que "a Dinamarca está pronta para continuar a batalha pelo clima e salvar as gerações futuras".


- Chile -

O governo do Chile expressou sua "profunda decepção" com o anúncio de Trump, por considerar que a implementação do Acordo é "fundamental para o bem-estar das gerações presentes e futuras".


- Argentina -

O governo argentino expressou que "lamenta profundamente" a medida adotada pelo governo do presidente Donald Trump.


- Fiji -

O combate conta o aquecimento global prosseguirá, apesar da "infeliz" decisão dos Estados Unidos, afirmou o primeiro-ministro de Fiji, Voreqe Bainimarama, que presidirá a COP23 que acontecerá este ano na Alemanha.


- Polinésia -

O presidente da Assembleia da Polinésia Francesa, Marcel Tuihani, afirmou que está "estupefato".

"Lamentamos profundamente que o presidente dos Estados Unidos não tenha mais consideração pelos povos dos Estados insulares do Pacífico, cuja existência está ameaçada pelos efeitos do aquecimento global cientificamente comprovados", disse Tuihani.

segunda-feira, 29 de maio de 2017

OLHE AQUI. SALVE ALGUÉM QUE ESTÁ ESPERANDO POR VOCE, COM APENAS 15% DE SUA MEDULA ÓSSEA.

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O TRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA É A ÚNICA ESPERANÇA PARA MUITA GENTE VIVER. VOCE DOA 15% DE SUA MEDULA, QUE LOGO VOLTA AO NORMAL.  E SALVA UMA PESSOA QUE ESTÁ ESPERANDO PELO SEU GESTO DE AMOR.  
Qualquer pessoa com boas condições de saúde, que tenha entre 18 e 55 anos pode se cadastrar. Os critérios de quem pode e não pode doar a Medula Óssea, seguem na maioria das vezes os mesmos critérios utilizados para a seleção da Doação de Sangue.
No Hemobanco, primeiramente é realizado uma orientação de como procede e funciona o cadastro e a doação de Medula Óssea. É em seguida realizado a retirada de 5 ml do seu sangue, para a realização dos testes de compatibilidade genética (HLA), e um cadastro por escrito, com os dados do doador que fica armazenado num banco de dados do REDOME – Registro de Doadores Voluntários de Medula Óssea.
Importante: o cadastro para doador voluntário de medula óssea é válido em todo o território nacional. Desta forma, basta você realizar um único cadastro e já será o suficiente para ajudar!
Para saber mais sobre Medula óssea, doação e transplante, acesse www.inca.gov.br/doador ou redome@inca.gov.br.

sexta-feira, 5 de maio de 2017

EXÉRCITO DA VENEZUELA: VOCES NÃO TEM REMORSO E VERGONHA?





 EL EJÉRCITO DE VENEZUELA: USTED NO TIENE REMORDIMIENTO Y LA VERGÜENZA?



Mulher idosa que, com a bandeira da Venezuela amarrada no pescoço, parou sozinha um tanque no centro de Caracas.
A cena foi gravada durante um dos protestos contra o presidente Nicolás Maduro, paralela a outros de apoio ao governo, em um dia que deixou vários mortos - três civis e um guarda - por ferimentos de bala.
A cena ocorreu na rua Francisco Fajardo, no centro da capital venezuelana, e vários fotógrafos a testemunharam.
De acordo com um deles, a mulher participava da manifestação pacificamente e estava muito perto das forças de segurança.
"Em alguns momentos, ela se manteve parada na frente das autoridades, que tentaram removê-la com jatos de água. Outros manifestantes tentaram levá-la para algum lugar protegido e também não conseguiram", diz um fotógrafo.
Quando o caminho começou a ser aberto para os tanques passarem, a manifestante decidiu dar um passo adiante e se colocar diante de um deles, diz o mesmo profissional.
"O oficial que conduzia o veículo a empurrou gentilmente com a intenção de movê-la, enquanto o outro que manobrava a arma de atirar gás lacrimogêneo jogava um cartucho de gás, ambos sem efeito", acrescentou
"Toda vez que o tanque recuava para evitá-la, ela avançava", diz outro fotógrafo que registrou a cena, em que muitas pedras estão no asfalto.
"Alguém da imprensa tentou convencê-la a se afastar. Ela se recusou", disse ele, acrescentando que, em alguns momentos, a mulher parecia muito afetada pelos gases.
Em uma das imagens que circulam nas redes sociais, a venezuelana aparece cobrindo os olhos e nariz com um pano, de costas para o tanque, entre bombas de gás lacrimogêneo.
Outra imagem a mostra sendo levada em uma moto por dois guardar nacionais, já sem o boné e com o cabelo curto e grisalho à vista, embora não esteja claro se foi detida ou não.
O Fórum Penal da Venezuela, uma organização não governamental composta por mais de 200 advogados e que auxilia detidos e vítimas de violações dos direitos humanos, disse à BBC que não recebeu quaisquer queixas sobre a possível prisão da mulher.
Enquanto procuram-se mais dados sobre ela, algumas pessoas nas redes sociais já a alçaram a "símbolo da oposição a Maduro".


Fonte do texto, exclusive título: https://noticias.terra.com.br.

Fotos: Leo Álvarez / BBCBrasil.com