domingo, 22 de outubro de 2017

HENRIQUE PIZZOLATO




Sobre o caso HENRIQUE PIZZOLATO, me aprofundei sobre o caso à época do julgamento.  Com a devida vênia, considero necessário uma melhor reflexão, antes de se formar um juízo de valoração definitivo com o julgamento pessoal do ex-seminarista.


Escrevi alhuires, que não é do senso comum, do modo de pensar da maioria das pessoas ou das noções facilmente admitidas na primeira notícia que costuma execrar inocentes, que passei a analisar aspectos fundamentais da defesa de Henrique Pizzolato, ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil, condenado por unanimidade por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e peculato doloso pelo STF. Ele foi acusado de autorizar pessoalmente antecipações do pagamento da publicidade do Fundo Visanet, no valor de R$ 73,8 milhões, recursos que teriam alimentado o “mensalão”, segundo a acusação. Em troca, teria recebido um pacote com R$ 326 mil.  Todavia, das provas exsurge um erro judicial que permanecerá nos anais da história como daqueles iguais a de Jesus Cristo, no qual a multidão, por motivos inconfessáveis e insuflada pela mídia da época, o condenaram e empurram para a morte.


     Mesmo gritadas, pela defesa oral, aos ouvidos do ministro-relator da Ação Penal 470, Joaquim Barbosa, as contundentes provas da inocência de Henrique Pizolatto foram incrível e estranhamente ignoradas. Funcionário de carreira do Banco do Brasil por 33 anos (portanto não indicado para o cargo) ele foi acusado de desviar dinheiro público de um fundo privado pertencente a 26 acionistas, entre os quais o Banco do Brasil. A Visanet é uma empresa multinacional com autonomia de gestão interna, administrada por comitês internos, independentes e sem qualquer vinculação com o Banco do Brasil, os quais decidem se aprovam ou não gastos em propaganda. A defesa é sobeja em demonstrar provas de que Henrique Pizzolato nunca foi gestor, fez parte ou possuiu qualquer poder para liberar verbas da Visanet. Laudo do Instituto de Criminalística da Polícia Federal, n° 2828 de 2006, conclusivo de investigação realizada na Visanet, indica os nomes das pessoas responsáveis por todos os eventos e transações da empresa sendo que o nome de Henrique Pizzolato não foi mencionado sequer uma única vez. Não obstante, o Procurador Geral faz uma carta de encaminhamento envolvendo seu nome, um absurdo inaceitável. 

       Vi os vídeos do julgamento várias vezes. No voto dos Ministros, Henrique Pizzolato é acusado quatro vezes de peculato e desvio de dinheiro da Visanet com datas e valores certos. Todavia, a defesa demonstra que, consultando os documentos que se encontram nos autos do processo, nestas mesmas datas, as autorizações de transferência de valores são da lavra de outras duas pessoas. A defesa é pródiga em demonstrar que a Carta de Nomeação do Banco do Brasil, com registro em cartório, mostra outra pessoa como sendo a responsável por todos os recursos, relacionamento e transações entre a Visanet e o Banco do Brasil. Henrique Pizzolato é acusado de agir individualmente. Todavia, o Estatuto do Banco do Brasil torna impossível qualquer decisão individual na liberação de valores. Todas as decisões são colegiadas e realizadas por comitês: quem demanda não contrata; quem contrata não paga; quem paga não fiscaliza; consequentemente quem fiscaliza não contrata. 

            Bibliografia jurídica sobre o caso mostra outra visão sobre o julgamento. Por isso a cautela no julgamento pessoal sobre o caso, me pareceu razoável a época. E continuo com a mesma posição. Aliás, nossas Cortes pensam diferente o tempo todo, um juiz julga de um jeito e o outro de outra forma. Tribunais divergem. Ministros do STJ e STF são díspares em julgamentos, causando até constrangimento. Como disse, com a devida vênia irmãos seminaristas.

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

AOS MESTRES GRATIDÃO.


 








1 Frei Danilo Marques
2 Frei Francisco Orth
3 Frei Anselmo Hugo
4 Frei Gregorio
5 Frei José Lino
6 Frei Leo
7 Frei Maurilio
8 Frei Tarcísio
9 Frei Sergio
10 Frei Onesimo

AGUDOS 1975

AGUDOS 1975 , na foto Sebastião, Sergio, Francisco, Sergio Decker, Angelo Vanazzi, Angelo Curioletti, Severino Clasen, Licerio Cristh, Dilso Tessaro, Laino Pletch, Sávio Lickmann

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Convite para o ENCONTRO dos EX-SEMINARISTAS FRANCISCANOS em AGUDOS - 2018

Caro irmão em São Francisco de Assis.
                  Paz e Bem

      Convido a todos a participarem do próximo ENCONTRO dos EX-SEMINARISTAS FRANCISCANOS no Seminário de AGUDOS nos dias 25 a 27 de janeiro de 2018.

     Segue em anexo a CARTA CONVITE com todas as informações para reserva, inscrição e programação.
     Podem repassar este e-mail para quantos puderem e DIVULGUEM!!!
     Encontre seus colegas na lista abaixo e procure por eles no fb_32x32 , adicione-os, comuniquem-se e convide-os para que muitos mais ex-seminaristas fiquem sabendo deste maravilhoso Encontro.
    seminaristasfranciscanos.blogspot.com.br/2008/09/seminaristas-que-estudaram-no-seminario.html

 Um fraterno abraço a todos e estou à disposição para quaisquer dúvidas.

Ubiratan Gomes – BIRA 
Coordenador - Curitiba - PR
Fone (41) 3324-9845 – 3023-6758 – resid: 3223-5901 – cel. ou  whatsapp-logo-variant_318-54566 : (41) 99236-0762
e-mail: biraverde@olimpusturismo.com.br

 Zilma Mendes Gomes
Olimpus Turismo
Conselheiro Laurindo, 809 | Sala 606 | Centro | Curitiba | PR | Brasil




OLIMPUS_Turismo (1)



ENCONTRO dos EX-SEMINARISTAS FRANCISCANOS – 2018 - Paz e Bem!!!
LOCAL: Seminário Santo Antônio – AGUDOS  – SP
25 a 27 de janeiro de 2018 (5ª feira a sábado – 02 diárias)

Você que passou pelos Seminários da Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil está convidado a participar deste tradicional e maravilhoso ENCONTRO no inesquecível e saudoso Seminário de Agudos.  seminario.org.br
Encontre SEU NOME nesta ‘incrível’ lista abaixo e tente encontrar os seus colegas nas “redes sociais” ou contatos e DIVULGUEM, para que eles também fiquem sabendo do Encontro e CONVIDE-OS para esta experiência memorável.

Venha participar, matar as saudades e reviver bons momentos e DIVULGUE o quanto puder!! Nossa meta são uns 300.

VALORES da diária POR PESSOA (multiplicar por 02 diárias):
- Em APARTAMENTO duplo (com banheiro privativo) na hospedaria ou 1ª Ala (40 aptos): R$ 140,00
- Em APARTAMENTO individual (com banheiro privativo) no convento (25 aptos): R$ 160,00
- Em DORMITÓRIO:  R$ 110,00 (banheiros coletivos) de 03 a 10 camas:  Iª, IIª e IIIª Alas
INCLUI: Hospedagem com roupa de cama e banho, café da manhã, almoço, jantar e lanches.
             - Uso da piscina, demais dependências e visita ao Museu.
         OBS.: - Vagas e reservas por ordem de depósito. Instruções abaixo. Vagas limitadas.
         - Além das 02 diárias, as refeições-extras serão cobradas conforme o tempo de permanência no Seminário.
          - REFEIÇÕES EXTRAS: Almoço ou jantar: R$ 25,00. Café da manhã: R$ 15,00.
         - Crianças até 7 anos pagam metade.

PROGRAMAÇÃO:
Dia 25/ jan. (5ª feira): Chegada durante o dia em horário livre, acolhida, hospedagem, matar as SAUDADES, reencontrar os velhos amigos, reviver os diversos ambientes, lazer, esportes, piscina, apresentação, Missa Franciscana (18h), cantoria e muita prosa.

Dia 26 (6ª feira): Oração da Manhã, partilha, torneios, visita ao Museu, Terço na Gruta, Noite dos Talentos e Confraternização.

Dia 27 (sábado): Convivência, caminhada até a Fazenda, atividades em geral, Missa de Encerramento (18h) e Jantar de Despedida.
 - Poderão programar a saída conforme a necessidade, podendo ficar hospedados até domingo pagando só as refeições extras. Programação sujeita à alteração.

RESERVAS:
Para reserva de apartamento ou dormitório é necessário um depósito bancário de R$ 150,00 por pessoa, que será abatido no valor das 02 diárias. O saldo e refeições-extras deverão ser pagos em dinheiro no Seminário, não se aceitará cheque ou cartão.
DADOS BANCÁRIOS: Olimpus Turismo – Banco: Caixa Econômica – Ag: 1565 - C/C: 5066-0 – Operação: 003 – CNPJ: 01.134.309/0001-37
Favor enviar comprovante de depósito e Ficha de Inscrição para o e-mail: olimpus@olimpusturismo.com.br
Ou:  para Zilma: (41) 99186-8824   -  Curitiba
Acompanhe e divulgue notícias pelo FACEBOOK dos   https://www.facebook.com/Ex-seminaristas-franciscanos-564930540195414/
Um fraterno abraço a todos e estou à disposição para quaisquer dúvidas.

Ubiratan Gomes – BIRA 
Coordenador - Curitiba - PR
Fone (41) 3324-9845 – 3023-6758 – resid: 3223-5901 – cel. ou    : (41) 99236-0762

FICHA DE INSCRIÇÃO
NOME:
Horário e dia de chegada:
Data de nascimento:
E-mail:
Cidade:
Estado:
Telefones:
Acomodação: (   ) Apto Hospedaria ou 1ª ala            (   ) Apto Ind. Convento                 (    ) Dormitório
Valor do depósito: R$                                            - Data do depósito:
Acompanhante (s):







domingo, 17 de setembro de 2017

MARIA CONCEBIDA SEM PECADO ROGAI POR NÓS QUE RECORREMOS A VOS - 1830


                  Medalha provavelmente cunhada em 1832 - Tamanho de uma unha - quase não visível a olho nú. Encontrada completamente apagada. Após várias lavagens e polimento, surgiu a figura de Nossa Senhora. E já atendeu um primeiro pedido.

A medalha milagrosa de Nossa Senhora das Graças

Em 1830, no dia 27 de novembro, deu-se a aparição de Maria a Santa Catarina Labouré, da Congregação das Filhas da Caridade, à Rue du Bac 140 em Paris. Nessa ocasião a Mãe de Jesus mostrou o modelo da medalha que ela desejava fosse cunhada como sinal de grandes graças que ela obteria junto de seu divino Filho.


Esta Medalha traz inúmeras mensagens e a primeira delas é atinente a Imaculada Conceição de Maria, dogma que seria proclamado dia 8 de dezembro de 1854, por Pio IX, na Bula Ineffabilis Deus. As mãos abertas da Medianeira de todas as graças é outra grande lição. É o resumo do papel da Virgem Maria na história da salvação, no Evangelho. Adite-se a cruz de Cristo nela, sacrificado pelos homens e Maria exemplo de fé ao pé da cruz, representada pelo M de seu nome.


O coração de Jesus e de Maria a atestar o amor imenso do Salvador e de Sua Mãe por todos os remidos. As doze estrelas lembrando a mulher do Apocalipse (cf. Ap 12,1). Ela é aquela que deu nascimento ao corpo humano de Cristo e à Igreja, que dá nascimento aos batizados que formam o Corpo Místico de Jesus. Como as 12 estrelas lembram também as 12 tribos de Israel e os doze apóstolos, a medalha milagrosa tem um aspecto também profundamente missionário. Adite-se que no século XIX imperava por toda parte a negação de Deus com o endeusamento da Ciência, que pretendia responder a todas as questões religiosas e filosóficas.


A literatura da época estava impregnada de ateísmo, levando as mentes ao irracional e ao fantástico. Além disso, quando, em 1830, ia se instalar um regime político antirreligioso, desenvolvendo uma forma de capitalismo liberal particularmente materialista, a Virgem então propõe não um objeto científico, mas um objeto simples, uma medalha a falar das realidades celestes. A difusão dessa peça se dá no momento também de uma renovação do Catolicismo social com Frederico Ozanam e as Conferências de São Vicente de Paulo.


Ocorria uma vitalidade da reflexão universitária e literária católica. Tudo isso era reforçado com a medalha que mostrava a intervenção de Deus na história não só da França, mas de todo o mundo.
O Arcebispo de Paris, a quem Catarina Labouré levou o pedido de Nossa Senhora para que se cunhassem as medalhas, percebeu a riqueza doutrinária que ela continha. Em 1832 houve a primeira distribuição dessas peças por ocasião da epidemia da cólera que dizimava a capital francesa. As primeiras 20 mil medalhas foram confeccionadas em 1830, ano em que esta epidemia, vinda da Rússia através da Polônia, irrompeu em Paris a 26 de março, ceifando vidas, num imenso cântico fúnebre. Num só dia houve 861 mortes.


No total foram registradas oficialmente 18.400 mortes, porém, na realidade, houve mais de 20 mil. As descrições da época são aterradoras: em quatro ou cinco horas, o corpo de um homem em perfeita saúde reduzia-se ao estado de um esqueleto.

Como se fora num abrir e fechar de olhos, jovens cheios de vida tomavam o aspecto de velhos carcomidos, e logo depois não eram senão cadáveres. Nos derradeiros dias de maio, a epidemia parecia recuar. Na segunda quinzena de junho, no entanto, um novo surto da doença redobra o pânico do povo. Mas, finalmente, no dia 30 de junho, a Casa Vachette entrega as primeiras 1.500 medalhas, que são distribuídas pelas Filhas da Caridade e abrem o cortejo sem fim das graças e dos milagres: Curas maravilhosas se deram e a epidemia foi debelada.