sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

FREI LUIZ TOIGO e TECHIO: 44 ANOS DE AMIZADE



Ingresso no Seminário São João Batista de Luzerna, em 1973, Luiz Toigo tornou-se um exemplar seminarista. Daí nasceu uma grande amizade que perdura até os dias de hoje.
Mestre em Farmácia e parapsicólogo, tornou-se Frei, religioso e sacerdote, com dons de cura, levando o bem a todas as pessoas que procuram a PASTORAL DA SAÚDE em Concórdia – SC, sempre sem qualquer tipo de discriminação religiosa.
A Pastoral da Saúde é o braço social da Igreja Católica em Concórdia, com sede na Igreja Nossa Senhora do Rosário, recebendo o apoio de várias pessoas abnegadas que ali trabalham e apoiam o Frei Toigo.
No dia 26/01/2017, Frei Luiz Toigo se aposentou pelo INSS, como aliás, todos os franciscanos que se dedicam a vida inteira, com humildade e amor, pela humanidade, sem receber um centavo sequer.
Tinha mesmo que ser franciscano.
Veio me visitar neste mesmo dia, com sua habitual simplicidade, de chinelo e alegre pela aposentadoria, a qual não interromperá seu trabalho voluntário e gracioso em prol dos doentes, necessitados e de toda a comunidade.
Eis aí a grande diferença de Igrejas cristãs que colocam como matriz de atuação o vil metal, arrecadando dízimos (as vezes trissemos) do povo mais pobre, para enriquecer pastores, embarcados em verdadeiros impérios.
Suas celebrações eucarísticas, conforme atesta aqui ao meu lado seu também amigo Difendi Masson, “são de arrebentar, extremamente emocionantes”.
Nas missas,  sempre lotadas, tem sintonia com o povo e suas pregações são excepcionais.
Toda vez que me encontro com esse meu amigo, olhando para os seus olhos, para sua humildade e para sua força espiritual, me emociono profundamente.
Como foi bom, concordamos eu e o Difendi, ter vivido no Seminário, com frades exemplares.
E o Toigo era nosso colega de bancos escolares.
Hoje, continua sendo nosso amigo.
Suas sobrancelhas ficaram brancas.
E nós rimos disso.
Esquecendo, é claro, que a idade também nos pegou.
Festejemos a vida e a nossa longa amizade.
E viva a nossa bela união!!! (diz o Difendi).

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

OBAMA EMOCIONA VICE PRESIDENTE DOS EUA COM A ÚLTIMA HOMENAGEM.




"Conhecer Joe Biden é conhecer amor sem pretensão", diz presidente, ao conceder ao vice a mais alta honraria civil do país
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, surpreendeu seu vice, Joe Biden, nesta quinta-feira, ao lhe conceder a Medalha Presidencial da Liberdade, a mais alta honraria civil no país. A emocionante homenagem, a última de Obama no cargo, levou lágrimas aos olhos de ambos.
“Conhecer Joe Biden é conhecer amor sem pretensão, serviço sem presunção e viver a vida plenamente”, disse Obama, em uma cerimônia que uniu funcionários do governo e familiares do vice. O texto oficial do prêmio elogia Biden por seu “charme, franqueza, otimismo impassível e profundo e permanente patriotismo”.
O presidente resolveu lembrar ainda a parceria pessoal entre a dupla durante os últimos oito anos, que chegou a ficar conhecida como “Obiden” na internet por sua boa amizade. “Esse é o tipo de família que construiu esse país. Por isso minha família está honrada em se considerar Bidens honorários”, disse Obama.
FONTE: VEJA

OBAMA SE EMOCIONA AO HOMENAGEAR MICHELLE EM DISCURSO DE DESPEDIDA: “ VOCE FEZ DA CASA BRANCA UM LUGAR DE TODOS”.




Um dos momentos mais emocionantes do contundente discurso de adeus de Barack Obama foi a homenagem que ele fez à primeira-dama, Michelle. Diante do público de mais 20 mil pessoas que lotou o centro de convenções em Chicago, ele agradeceu à mulher que esteve ao seu lado durante os dois mandatos na Casa Branca.
Bastou dirigir a palavra a “Michelle LeVaughn Robinson, garota do Sul” para a plateia levantar-se e saudar a primeira-dama com mais de 30 segundos de aplausos ruidosos. Mas não só o público se emocionou. Obama também secou as lágrimas ao dizer: “Pelos últimos 25 anos você foi não apenas e minha esposa e mãe das minhas filhas, você foi minha melhor amiga. Você assumiu um cargo que nunca pediu e fez isso com graça, estilo e bom humor”. E prosseguiu: “Você fez da Casa Branca um lugar que pertence a todos. E uma nova geração sonha mais alto, porque teve você como modelo. Você me deixou orgulhoso. Você deixou o país inteiro orgulhoso”.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

E ASSIM NASCEU A PARÓQUIA NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO, EM CONCÓRDIA SC


 Na foto, reconheço Adolpho Bosio, Angelo Spricigo, Paulo Fontana (Pauleto) e sua esposa Disolina
Foto Frei Cassiano.

Em quinze de novembro de 1925, os primeiros colonos da atual paróquia de Concórdia, no Estado de Santa Catarina, abriam à foice, a machado e a facão um lugar na mata para nele se construir uma capelinha.
Ao tratar-se da construção da primeira capelinha em pleno sertão, os primitivos colonos pretendiam dar-lhe por orago a Santo Antônio, o grande taumaturgo. Entretanto, ao que parece, Nossa Senhora, sob o título da Imaculada Conceição, ínclita padroeira da Província Franciscana sul-brasileira, reservara para si a proteção especial desse abençoado torrão, tão abundantemente regado pelo suor, pelas fadigas, pelas canceiras de uma falange de intrépidos missionários franciscanos, os quais, desde 1902, vinham percorrendo aquele ínvio sertão, espargindo, sob inúmeros sacrifícios e perigos, a semente evangélica.
Porquanto, numa reunião de colonos, ficou unanimemente resolvido consagrar a futura capelinha à Nossa Senhora do Rosário, encontrando-se no momento um benfeitor que prometera custear as despesas com a aquisição da imagem respectiva.
De fato, desmatado o terreno, deu-se início à construção da capelinha a 3 de abril de 1926, numa colina, nas proximidades do rio dos Queimados, capelinha essa de madeira que por vários anos, isto é, até à construção da definitiva matriz de alvenaria, serviu de presbitério e que foi, em breve, ornada da expressiva imagem de Nossa Senhora do Rosário.
Os padres franciscanos, que vinham missionando aquele sertão com um zelo e dedicação que bem mereceriam uma página de história das missões, encontravam agora, em suas visitas, uma capelinha onde antes era mata espessa.
A colonização foi tomando impulso. Localizaram-se em torno da capela e na vasta zona do rio dos Queimados novos moradores, tanto assim que a primitiva igrejinha teve de ser aumentada para poder conter os fiéis que afluíam de toda a parte por ocasião da visita do sacerdote franciscano.
A autoridade eclesiástica não perdeu de vista a futurosa região. Os missionários franciscanos amiudavam suas visitas até que o próprio bispo de Lages, dom frei Daniel Hostin, ofm, foi visitá-la em 18 de janeiro de 1930.
Em dezembro de 1931, o então visitador geral frei Lucas Koch, ofm, inspecionou pessoalmente a zona de Concórdia, ficando persuadido da necessidade da fundação, ali, de uma paróquia, prometendo ao povo de advogar o desideratum dos católicos de Concórdia perante quem de direito.
Em 26 de maio de 1932, o povo concordiense teve a felicidade de poder tomar parte na primeira procissão eucarística que se fez na localidade. Pois, na festa de Corpus Cristi, percorreu as ruas principais de Concórdia solene procissão eucarística ao troar dos morteiros, ao espoucar dos foguetes, aos cânticos do povo piedoso. Foi dada a bênção sacramental nos quatro cantos da praça Santos Dumont, fronteiriça à capela, praça essa, onde existiam ainda os tocos de árvores abatidas a atestar a tenacidade de um povo progressista que, em poucos anos, transformara um pedaço de sertão em aprazível e laboriosa colônia.
Em 1° de junho de 1932, o então provincial frei Felipe Niggemeier, ofm, visitou a sede Concórdia, onde por delegação do excelentíssimo e reverendíssimo senhor bispo diocesano administrou o santo sacramento da crisma a mais de duas centenas de pessoas.
Em 24 de outubro de 1932, o povo iniciou a construção da canônica, futura residência dos franciscanos.
Nascimento da Paróquia – Em 24 de novembro 1932, durante a visita pastoral que sua excelência reverendíssima fez a Concórdia, dom Daniel Hostin, ofm, mandou publicar o decreto da ereção oficial da paróquia de Nossa Senhora do Rosário.
Em suas visitas espaçadas, nunca coincidira, até ali, que pelas solenidades do santo Natal houvesse um sacerdote em Concórdia. Em 1932, todavia, pela vez primeira, comemorou-se, ali, o santo Natal com as três missas da liturgia. Animados por este fato inédito, de todos os cantos e recantos da freguezia acorreram os fiéis para assistir aos atos religiosos e ver o minúsculo presépio, armado na matriz, emprestado de um colono, que o trouxera das colônias velhas do Estado do Rio Grande do Sul. Pois, a novel paróquia não possuía, então, presépio próprio. Por esta mesma solenidade, o povo organizara uma festa popular em benefício da residência dos padres franciscanos que, naquela época, continuava em obras.
Amiudando as visitas à recente freguesia de Concórdia, e demorando mais tempo na sede, em 1933, celebrou-se, do modo então possível, pela vez primeira, a semana santa, com enorme concorrência. Após a Páscoa, percorríamos o perímetro urbano, benzendo as casas, em número de 34, naquele tempo, o total das famílias residentes na sede distrital de Concórdia.
Este rápido esboço histórico bem demonstra o surto maravilhoso de uma zona sertaneja que, acompanhando “pari passu” o progresso material e espiritual, se tornou credora da mais franca admiração.
O espírito de sacrifício, o zelo apostólico dos missionários franciscanos fizeram brotar, no meio do sertão, com o correr dos anos, uma paróquia, centro de vida religiosa que já deu e dará frutos ótimos no mirífico campo das almas.
Na qualidade de pró-vigário, o obscuro escrevinhador destas linhas encontrou, ainda, os vestígios daquelas dificultosas picadas, por onde transitaram os primeiros padres franciscanos, no seu múnus evangelizador. Ouviu dos primitivos moradores sobreviventes referir dos ingentes esforços e dos grandes perigos por que passaram aqueles abnegados missionários.
Não raras vezes, o articulista, vendo-se à margem de precipícios escancarados; à beira de rios e lageados enfurecidos pelas enchentes; no meio de toda a espécie de vicissitudes, rememorou, com real veneração, o quanto deveriam ter sofrido aqueles bravos missionários, no perpassar de trinta longos anos, no árduo desempenho de evangelizar aquelas zonas sertanejas, que, afinal, desabrocharam para a civilização cristã, conquistadas para o lábaro sacrossanto da Redenção nesta gloriosa Terra de Santa Cruz!…
Frei Benvindo Destéfani, O. F. M.; In VITA FRANCISCANA 16. JAHRGANG September 1939 NUMMER 3 – p 343-345

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

FREI JOSUÉ CELANTE: FRANCISCANISMO EM SANTIDADE.





Vigário paroquial e Capelão do Hospital em Concórdia – SC.

Nasceu em  Guaporé, Rio Grande do Sul  no dia 7 de fevereiro de 1936 e ingressou na Ordem dos Frades Menores no dia 22 de dezembro de 1956. Fez a profissão solene no dia 23 de dezembro de 1960 e foi ordenado sacerdote no dia 15 de dezembro de 1962, PARA A MAIOR GLÓRIA DE DEUS.

domingo, 20 de novembro de 2016

PAPA NOMEIA NOVOS CARDEAIS, ENTRE ELES, DOM SERGIO DA ROCHA, ARCEBISPO DE BRASÍLIA









Ao nomear Cardeal, DOM SERGIO DA ROCHA,  o papa Francisco afirmou, que uma "epidemia de animosidade" contra pessoas de outras raças e religiões está ferindo os mais fracos da sociedade, alertando também para o crescimento do nacionalismo populista.
Pouco mais de uma semana após Donald Trump ser eleito presidente norte-americano, o que animou partidos anti-imigração na Europa e em outras partes do mundo, o papa alertou para a "rapidez com que aqueles entre nós com status de estrangeiro, imigrante ou refugiado podem se tornar uma ameaça e receber o status de inimigo".
"Inimigo porque eles vêm de um país distante ou têm costumes diferentes. Um inimigo por causa da cor da sua pele, sua linguagem ou sua classe social. Um inimigo porque eles pensam diferente ou até possuem uma fé diferente", disse o papa em cerimônia para ordenar novos cardeais.
Um dos novos cardeais, o arcebispo Blase Cupich, de Chicago, disse à Reuters que o papa está "muito ciente do fato de que se esse sentimento não for combatido, ele é muito contagioso e pode se espalhar rapidamente. É como um incêndio na mata".
Em sua homilia, o papa disse que a Igreja não está imune ao "vírus da polarização e da animosidade", uma aparente referência às críticas públicas de quatro cardeais conservadores, que o acusaram de semear confusão em questões morais.
Na cerimônia do consistório na Basílica de São Pedro, Francisco ordenou 17 novos cardeais, 13 deles com menos de 80 anos e, portanto, elegíveis para sucedê-lo. Entre eles, foi nomeado dom Sergio da Rocha, arcebispo de Brasília e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
Depois da cerimônia, o papa e os novos cardeais entraram em dois ônibus e visitaram o ex-papa Bento 16, que vive em uma casa nos jardins do Vaticano desde sua renúncia, em 2013.



Em entrevista à Rádio Vaticano, Dom Sérgio falou com que sentimento recebe o cardinalato das mãos do Papa Francisco:
Dom Sérgio:- “Primeiramente, com agradecimento muito grande a Deus e ao Papa Francisco, mas ao mesmo tempo com muita esperança, porque nós sabemos que Deus sempre dá a graça para que possamos cumprir bem a nossa missão. Por isso mesmo, a minha esperança é de contar não só com a graça de Deus, mas também com a amizade, com o apoio, sobretudo com a oração de tanta gente que me tem acompanhado nesses anos como bispo e que, com certeza, rezam pelos novos cardeais. Não só por mim, mas pelos novos cardeais. E é um momento bonito de comunhão na vida da Igreja, já que não se trata de um simples encontro de cardeais, mas é o próprio Papa quem está presidindo este momento, quem está criando os novos cardeais para serem seus colaboradores. Então espero também que Deus me dê a graça de poder colaborar com o Papa, embora a minha colaboração seja modesta, mas de coração, fazer aquilo que está a meu alcance para colaborar com ele. Quanto a essa forma de colaboração, aos poucos é que vai sendo estabelecida, uma vez que os cardeais costumam ser nomeados como membros de algumas das congregações da Cúria Romana.”
RV:- Dom Sérgio, o que significa ser cardeal?
Dom Sérgio:- “Significa acima de tudo ser um servidor da Igreja, como o próprio Papa tem insistido. Não se pode entender o cardinalato como uma espécie de honraria ou de privilégio – claro que é uma graça, que é um dom de Deus através da Igreja –, mas é um serviço a ser prestado de maneira humilde, generosa, na comunhão com o Papa. Creio que nós temos a oportunidade de crescer ainda mais na unidade com o Santo Padre, de ajudar a própria Igreja no Brasil, que está sempre unida ao Papa. Entendo que este seu gesto é acima de tudo um modo de ele valorizar, de expressar o seu amor pela Igreja no Brasil. Eu já disse a ele que o Brasil, o episcopado brasileiro, o povo brasileiro se sente amado por este gesto dele de nomear um cardeal brasileiro.

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Padre ARTURO SOSA SJ sobre la situación socio política de Venezuela




Es importante escuchar este video para entender cómo un gobierno que pone el Estado sobre los ciudadanos. Un gobierno tiránico. Arturo Sosa es un científico de la ciencia política que debe ser escuchado para comprender la realidad.

 É importantíssimo ouvir esse video para entender como funciona um governo que coloca o Estado acima dos cidadões. Um governo tiranico. Arturo Sosa é um cientista das ciências políticas que deve ser ouvido para entender a realidade.

 It is important to hear this video to understand how a government that puts the state over citizens. A tyrannical government. Arturo Sosa is a scientist of political science that must be heard to understand reality.

 Il est important d'entendre cette vidéo pour comprendre comment un gouvernement qui met l'Etat sur les citoyens. Un gouvernement tyrannique. Arturo Sosa est un scientifique de la science politique qui doit être entendu pour comprendre la réalité.

 Il est important d'entendre cette vidéo pour comprendre comment un gouvernement qui met l'Etat sur les citoyens. Un gouvernement tyrannique. Arturo Sosa est un scientifique de la science politique qui doit être entendu pour comprendre la réalité.

 Es ist wichtig, dieses Video zu hören, zu verstehen, wie eine Regierung, die den Staat über Bürger legt. Eine tyrannische Regierung. Arturo Sosa ist ein Wissenschaftler der Politikwissenschaft , die gehört werden muss, die Realität zu verstehen.

E 'importante sentire questo video per capire come un governo che pone lo Stato sui cittadini. Un governo tirannico. Arturo Sosa è uno scienziato di scienze politiche, che deve essere ascoltato per comprendere la realtà.
 Illud video quo modo audire regimine rem urbanam facit. Quod regimen tyrannicum. Arturo Sosa est a scientist civilis scientia, quae est re audita intelligere.

 Ważne jest, aby usłyszeć ten film, aby zrozumieć, w jaki sposób rząd, który stawia państwa nad obywatelami. Tyrańskiego rządu. Arturo Sosa jest naukowcem, nauk politycznych, które muszą być wysłuchane zrozumieć rzeczywistość.

 Este important să se audă acest film pentru a înțelege modul în care un guvern care pune statului asupra cetățenilor. Un guvern tiranic. Arturo Sosa este un om de știință de științe politice, care trebuie să fie auzit pentru a înțelege realitatea.

The 36th General Congregation has elected Father Arturo Sosa Abascal, of the Jesuit Province of Venezuela as Superior General.

Father Sosa was born in Caracas, Venezuela on 12 November 1948. Until his election, Father Sosa has been Delegate for Interprovincial Houses of the Society in Rome, as well as serving on the General Council as a Counsellor. He obtained a licentiate in philosophy from l’Università Cattolica Andrés Bello in 1972. He later obtained a doctorate in Political Science from l’Università Centrale del Venezuela, in 1990. He speaks Spanish, Italian, English, and understands French.

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

IRMÃO DINO GIRARDELLI

De Besagno di Mori – Itália - para o Brasil!


O menino Dino nasceu na Itália, entre as belas montanhas de Besagno di Mori, no dia 14 de abril de 1935. 
Filho de Maria Ferrari e Cesare Girardelli, tem mais cinco irmãos. Dois deles já falecidos eram Antônio, que morreu no confronto com as tropas russas na Segunda Guerra Mundial, e Cesarina, que foi vitimada pelo câncer.
Ainda adolescente, sentiu o chamado do Senhor para a vida religiosa. Deu o seu sim, entrando para a Congregação dos Filhos de Maria Imaculada – Pavonianos. Depois de um breve período transcorrido no Seminário Arquidiocesano de Trento, transferiu-se em 1952 para o Seminário Pavoniano de Tradate, para terminar os estudos do Ensino Médio e se tornar missionário. Aos 22 anos, ainda bem jovem, deixou os seus familiares e sua pátria e veio para o Brasil, colocando-se a serviço da juventude. 
Chegou ao Brasil em 3 de junho de 1957. Corajoso e com espírito empreendedor, realizou essa viagem sem nenhum acompanhante, tendo em seu coração o despojamento e a vontade de servir e nunca decepcionar os que nele confiaram: seus pais, irmãos e a sua congregação.
Ao desembarcar no Rio de Janeiro, quis a Providência Divina que ali, no porto, ele se encontrasse com o Ir. Rino Questa, que embarcava de férias para a Itália. Ambos se conheceram ali e, a partir daquele momento, tornaram-se grandes amigos. 
Ainda em junho de 1957, foi enviado para Rio Bananal, Espírito Santo, como noviço da congregação. Em 8 de dezembro de 1958, emitiu os seus primeiros votos religiosos. Permaneceu no Espírito Santo até dezembro de 1959. Desta data até o final de 1964, trabalhou no Colégio São José. A partir de 1965, trabalhou em Elói Mendes, no Colégio São Luís, até 1970. Em seguida, retornou para Pouso Alegre como professor de Geografia e depois ecônomo da comunidade até 1983.
Nesse período, criou as 4 primeiras séries do Ensino Fundamental e a Educação Infantil, a fim de que o colégio não ficasse ocioso à tarde e pudesse oferecer aos pequenos um ensino de qualidade. 
Posteriormente foi enviado a Brasília. Realizou um exímio trabalho na capital como responsável pela economia do Centro Educacional de Audição e Linguagem Ludovico Pavoni (CEAL/LP), que trabalha com pessoas com deficiência auditiva. 
Em 1985, foi designado para trabalhar no Colégio São Luís, em São Leopoldo, Rio Grande do Sul. O Colégio São Luís passava por dificuldades e Ir. Dino, com seu dinamismo, conseguiu dobrar o número de alunos. Construiu salas para a Educação Infantil e ampliou as dependências do colégio. Com seu temperamento extrovertido e carismático, conquistou o Rio Grande do Sul e fez muitos amigos. 
Cumprida sua missão no Sul do Brasil, em 1992, foi designado ecônomo da província pavoniana, indo morar em São Paulo. Permaneceu nessa função durante cinco anos. Em 1997, retornou a Pouso Alegre como diretor do Colégio São José, o qual dirige com dinamismo e seriedade. 
Ir. Dino foi agraciado com o título de cidadão pouso-alegrense e cidadão eloiense, conquistando também a cidadania brasileira.
Atualmente a bela Itália passou a ser apenas lugar de visita para amenizar as saudades dos familiares, dos amigos e dos mágicos lugares onde passou a sua infância.

Pe. HERBERT EWALDO WETZEL SJ


Primeiro a esquerda Pe. Herbert Ewaldo Wetzel (Casa Conceição) - Gemma e Santo Techio