sexta-feira, 8 de julho de 2011

O MUSEU

Nota: Segue relato, de 1986, sobre o museu.
O que foi feito dele com o fechamento do seminário São João Batista? Frei Francisco Orth, nosso orientar à época, ficou muito abalado com o encerramento das atividades do seminário, vindo a falecer algum tempo depois, muito desgostoso.


O museu escolar, que se encontra no seminário são João Batista, de Luzerna, foi fundado pelo professor, de saudosa memória, Frei Miguel Witter, em Rio Negro, Estado do Paraná. Frei Miguel foi professor de ciências naturais. Seu grande amor pela citada ciência fez com que colecionasse inúmeras amostras de animais, em boa parte já extinta.

Frei Miguel Witte nasceu em Osnambruck, Alemanha, em 27 de julho de 1885. Passou sua vida como sacerdote e professor, no seminário São Luis de Tolosa, em Rio Negro, onde permaneceu até o seu falecimento, ( embora já por vários anos não mais lecionasse), em 20 de janeiro de 1967.

Oficialmente e Museu Escolar começou a funcionar a 11 de fevereiro de 1926, segundo consta no primeiro livro de registro de assinaturas de visitantes. Milhares de pessoas tiveram acesso a visitação no seminário São Luis de Tolosa. Acima de 36 mil registros de assinaturas se encontram assinalados nos vários livros de visita até o ano de 1968. No final de um desses livros de registros encontram-se notas declarando que provavelmente nem a metade dos visitantes fez o seu registro nos livros.

Aos domingos e feriados o museu era um local de um enriquecedor divertimento. Gente local, como de cidades vizinhas, Curitiba, por exemplo, vinham aprender a amar os seres da natureza.

Em 1971, por motivos da venda do seminário São Luis de Tolosa, o museu escolar, por decreto Providencial de janeiro de 1971, foi transferido para o seminário São João Batista, em Luzerna SC... Acrescenta-se ainda, que nesse respectivo ano de 1971, começou a funcionar em Luzerna, no seminário, o ginásio completo, pois até esta data só funcionava a 5* E 6* series. Consta na ata inaugural do livro de assinaturas, que Frei Gregório Johnscher, OFM, foi encarregado da transferência, como também da nova instalação, no seminário São João Batista.

Num sábado, dia 20 de março de 1971, as 15.30 horas, reuniu-se a comunidade religiosa residente, os seminaristas, com o Exmo. Sr. Coordenador Regional de Ensino, Almeida Lago; diretores de estabelecimentos de ensino de Joaçaba e Luzerna, e outros visitantes, para a inauguração do Museu Escolar dos Padres Franciscanos. Cento e trinta e cinco assinaturas estão registradas no livro de visitas no dia da inauguração.

De 1971 até setembro de 1985, 13.068 assinaturas encontram-se nos livros de visita. Isso somado com as do Rio Negro, temos aproximadamente 50 mil registros de visitas ao Museu Escolar dos Padres Franciscanos, no espaço de 50 anos, sem contar as visitas que deixaram de inscrever seu nome no respectivo livro.

Por que tanta curiosidade pelo Museu Escolar?

Os motivos podem ser vários. Certamente em primeiro lugar porque o museu conta com um acervo de peças muito preciosas. Muitas espécies já estão quase extintas no nosso território pátrio. Em números, estão catalogados 2.598 insetos, assim distribuídos. 1571 coleópteros, 882 borboletas;33 arachídios; 212 acrídios, etc. Além dos coleópteros, o museu conta com 46 quadrúpedes; 101 pássaros,42 cobras, um esqueleto humano e de partes de muitos animais, inclusive o maxilar de uma baleia. Além disso, o visitante pode apreciar inúmeras espécies de madeiras, cristais, minerais, etc.

Em segundo lugar, a grande procura pelo Museu deve, por ser uma obra muito bem cuidada, sobretudo no tempo de Frei Miguel que vivia pelo Museu. O que apresenta hoje é trabalho incansável desse Frade, que mantinha um zelo apaixonado por tudo. As vitrines, a arrumação a arte da montagem, tudo se deve ao espírito engenhoso e criativo de Frei Miguel.

Além desses motivos certamente outros haverão, como, campo de pesquisa para estudantes que em todos os anos se servem de seu cabedal para crescer no conhecimento da natureza; a distração recreativa de pessoas que fazem do Museu um ponto quase que turístico, pois o seminário São João Batista é arquitetonicamente uma obra de rara beleza de engenharia, localizado ás margens do Rio do Peixe e da entrada da Amizade, SC 305, em Luzerna.

Para a manutenção e conservação da entidade mantenedora, que são os padres franciscanos, é cobrada uma taxa simbólica. Quase todos os anos, na época das férias de fim de ano, Frei Gregório Johnscher vem de Agudos- SP. Para promover e rever a conservação. A taxa cobrada é para essas finalidades. Diga-se de passagem que Frei Gregório nutre um grande amor pelo museu. O mesmo também é responsável por um grande grande museu no seminário Franciscano Santo Antonio de Agudos- SP. Se não fosse o carinho e o cuidado dele talvez algumas peças já se teriam deteriorado. Esperamos que Deus continue a dar forças e saúde para Frei Gregório e que o mesmo possa continuar na manutenção dessa obra manumental.

domingo, 3 de julho de 2011

PRECISO DE AJUDA PARA COMPLETAR INFORMAÇÕES FALTANTES - NOMES, ANOS E SÉRIES DE ESTUDO

1 - SEMINARISTAS QUE ESTUDARAM NO SEMINÁRIO SANTO ANTONIO DE AGUDOS - SP, falta a relação de alunos a partir de 2007 até o fechamento.

2 - RIO NEGRO, não tenho nenhum nome, gostaria de obter a relação de todos os alunos que passaram por Rio Negro.


4 - ITUPORANGA. Não tenho nenhum. Gostaria de obter a relação de todos os alunos que passaram por Ituporanga até hoje.


5 - RODEIO. Não tenho nenhum. Gostaria de obter a relação de todos os alunos que passaram por Rodeio até hoje.


6 - RIO BRILHANTE - MS. Não tenho nenhum dado.


sábado, 2 de julho de 2011

GELSO JUSTINO MATIELLO, FERNANDO HENRIQUE TOMAZZI, VALMOR LUIS DORÉ, ARCÁDIO HUBNER

Faço parte desse grupo. Gelso Justino Matiello, 1973/1976, contato matiello@brturbo.com.br. Por Gelso J matiello em CHEGADA AO SEMINÁRIO em 26/06/11

olá!fui seminarista em luzerna em 1994,Frei pedro da Silva ofm era meu orientador! lugar maravilhoso e de uma espiritualidade imensa,formando e direcionando jovens para um, viver honrado e pleno na proteção de Deus. Fernando Henrique Thomazzi 06/08/79
Por Anônimo em CADERNO DE LEMBRANÇAS em 26/05/11


Ola Pessoal, sou Valmor Luis Doré, resido em Dois Vizinhos, pr, e achei muito interessante esta pagina, da pra gente relembrar muita coisa que ja passou, mas na real, foi otimo.Parabens Techio por este trabalho. Abraços a todos os seminaristas que aquela epoca foi o maximo, aprendi e conheci muito, que DEUS ilumine a todos no nossa caminho abraços..................
Por valmor Luis Doré em NOME DE SEMINARISTAS SEMINÁRIO SÃO JOÃO BATISTA - ... em 25/05/11


Olá. Meu nome também está aí. Foi em 1978. Quantos amigos que passaram pela gente. Quanta coisa boa aconteceu. Saudades. Será que o pomar ainda existe? Boas lembranças. Hoje moro no Rio de Janeiro. Meu email: profarcadiohubner@bol.com.br Um abraço a todos que estudaram no Seminário de Agudos. Arcádio Hubner Por Arcádio Hubner em SEMINARISTAS QUE ESTUDARAM NO SEMINÁRIO SANTO ANTO... em 03/05/11

quinta-feira, 30 de junho de 2011

FREI RUI DEPINÉ







Após trinta anos, me reencontrei com o magnífico Frei Rui Depiné na Igreja Bom Jesus em Curitiba. Há 33 anos exerce um santo sacerdócio em favor dos leprosos (anseníase) no Leprosário São Roque, em Piraquara - PR. Sua santidade em vida é pública e notória desde os primeiros anos de sacerdócio. Inteligente e profundamente amoroso com as pessoas, é vigoroso na caridade e em suas pregações. Na foto, acompanhei um emocionante batismo no sábado, dia 25 de junho de 2011.

O privilégio do catecumeno, agora cristão, e de seus pais, familiares e padrinhos por terem escolhido o Frei Rui para a cerimônia, é imensurável. De fato, a igreja elege santos que nos são referência, entretanto, ao observar a vida de Frei Rui Depiné tenho plena convicção do quanto ele se assemelha a São Francisco de Assis e a outros santos, seus confrades mais famosos. Assim, se alguém quiser conhecer um SANTO EM VIDA, é só conhecer o Frei Rui.

Veja o que diz AQUINALDO AP. CAMPOS, no site da Província Imaculada Conceição do Brasil (http://www.franciscanos.org.br/v3/hanseniase/noticias/especiais/2010/vilavelha/) sobre o Frei Rui:


Curitiba (PR) - De longe se percebe a cabeleira branca, os passos agitados, ágeis e determinados. Frei Rui Depiné é desses homens cujo olhar expressa a clareza daquilo que quer: cuidar dos doentes do “Leprosário São Roque” ou “Colônia São Roque” de Piraquara, na grande Curitiba. A isso ele dedicou toda a sua vida.

Entre muitas histórias que conta dessa longa caminhada de ajuda, no corpo a corpo com os doentes, com voz transparente e pausas que lhe conferem um acento muito peculiar, ele costuma narrar a história de um homem que vivia na Amazônia, em plena floresta e que foi trazido para tratamento. Esse homem sofria demais por causa das deformidades causadas pela Hanseníase. Depois de algum tempo na Colônia, sendo tratado por Frei Rui e pelas enfermeiras, uma certa noite o frade acordou sobressaltado: alguém batia fortemente na porta. Frei Rui se levantou e foi ver quem e o que era. O homem, apesar do sofrimento pelas seqüelas da doença, sorria. Indagado sobre o que queria àquela hora, ele disse que tinha uma preocupação que ninguém até aquele dia conseguira ajudá-lo a resolver: disse que sentia muita falta de casa e da floresta amazônica e emendou: “Frei Rui, o senhor sabe quantas estrelas tem no céu?”. Com sua forma franca e acolhedora de se expressar, o frade respondeu que ninguém jamais lhe havia feito tal pergunta: “Olha, eu não sei... mas desconfio que é uma coisa que a gente pode saber. Vamos contar juntos? Eu desenho uma cruz, assim, no céu, você conta as estrelas do lado direito e eu do lado esquerdo.” Terminada a contagem, Frei Rui somou as estrelas que ambos tinham contado e disse ao homem: “Bom, agora, é só pensar o seguinte: o universo deve ter quatro vezes esses tamanho que a gente contou, então, o céu deve ter uns 20 milhões de estrelas. Tá bom assim?” Seus olhos azuis, muito límpidos, encaravam o sujeito que lhe disse: “Tá bom. Eu estou muito feliz porque, pela primeira vez na vida, alguém teve tempo para me dizer o que eu sempre quis saber.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Darcílio Luiz Fauro

Cesar,

Primeiramente, parabéns pelo seu trabalho no sentido de tentar conectar com os seminaristas do passado.

Estive no seminário de Luzerna nos anos 1964/1965. Em Rio Negro em 1966 e depois Luzerna novamente em 1967. Foi meu último ano de seminário.

Moro há muitos anos na cidade de Pato Branco onde resido até hoje. Sou originalmente de Concórdia onde ainda reside grande parte da minha família e estudei por alguns anos, trabalhei na Auto Mecânica Indústria Ltda. Agência Ford. Lá havia também um senhor muito simpático de nome Santo Techio. Seria seu parente?

Tenho vários amigos aqui em Pato Branco que foram meus conterrâneos do seminário, na próxima comunicação declinarei os nomes.

Por hoje é isso.

Grande abraço a você

Seja feliz!


Darcílio Luiz Fauro

quarta-feira, 1 de junho de 2011

IGREJAS: NÃO SÓ DE PÃO VIVE O HOMEM

Cesar Techio
Economista – Advogado - cesartechio@gmail.com
Veja também em cesartechio@blogspot.com

São valiosas as preleções de Leonardo Boff em favor da vida, da justiça e do planeta terra. Como ex-professor de teologia de meus ex-colegas seminaristas, intensificou uma linha de pregação voltada a teologia da libertação, na qual, a dignidade da pessoa humana deve obrigatoriamente ser a pedra angular de toda a construção teológica. E tem razão. Jesus não veio a terra para fazer turismo, senão, teve como centro de suas atenções, de seu esforço e sacrifício na cruz, o homem. Jesus veio para salvar o homem. A partir desta realidade, não se cansa de criticar, acidamente, as orientações teológicas e de política religiosa adotadas pelo atual Papa Ratzinger, ex-prefeito da Congregação para Assuntos da Fé, posto usado durante a idade média pelo comando inquisitorial que durante quase um milênio, espalhou terror pelo mundo, matando inocentes em nome da fé. Ratzinger, seu professor no doutorado, em Roma, lhe impôs “silêncio obsequioso”, durante o auge da pregação da teologia da libertação, o que redundou no seu desembarque da ordem franciscana. A liberdade de manifestação falou mais alto ao apóstolo franciscano. Partindo deste quadro, não me parece que Jesus Cristo teve planos para criar congregações ou igrejas na forma das que conhecemos hoje: condicionadoras, impositivas, estruturadas em torno do dinheiro dos fiéis, pecúnia nem sempre aplicada em projetos de caridade.

A verdade é que Leonardo Boff, na condição de teólogo e sacerdote romano, caiu fora dos condicionamentos absurdos que a igreja católica lhe impunha e hoje é um cristão realizado e feliz. Creio que uma pessoa feliz não precisa saber nada sobre teologia. Sua felicidade pode ser tão plena que ela não tem qualquer necessidade de barganhar com Deus, pedindo isso ou aquilo ou orar por bens materiais, poder, influência, dinheiro, saúde... Na providência divina precisamos apenas ter certeza. A certeza em Deus corta pela raiz o negócio dos vendilhões dos templos e gera profunda felicidade, geradora de gratidão, compaixão e caridade. Constituídas por pessoas, as igrejas que não possuem compromisso sério com projetos sociais, humanitários e de caridade também não podem ser levadas a sério. O dízimo bíblico não pode servir apenas para enriquecer ou mesmo para manter as igrejas e seus líderes, mas, boa parte dele, para a criação e execução de projetos voltados ao resgate da dignidade dos próprios fiéis e das pessoas carentes e miseráveis.

A desculpa de que isso é responsabilidade exclusiva do Poder Público não é cristão nem biblicamente aceitável. Leonardo Boff olhou para a sua igreja, viu a coisa toda e caiu fora sem fazer barulho. É isso que eu recomendo a você. Olhe para a sua igreja. Investigue o compromisso que ela tem com o ser humano, quais os projetos sociais e de caridade que ela possui. Veja se os princípios cristãos são vividos na prática pela própria igreja, pois em primeiro lugar é ela e seus líderes quem devem dar o exemplo. Quando Jesus disse que o homem não pode viver só de pão, também quis dizer que o homem também necessita de pão para viver. Sempre é bom lembrar que a Obra do Senhor é a sua igreja, que somos todos nós: "Não sabeis vós que sois templo de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós? (1 Co 3.16). Assim, se somos Templo do Espírito Santo, é justo que o dinheiro do dízimo das igrejas também sejam destinados à Obra, que em última instância se constitui na Obra Viva, ou seja, nos próprios fiéis, especialmente os necessitados: “O que fizerdes ao menor dos meus irmãos, a mim o fazeis”. (Mt 25,40). Se na sua igreja (seja qual for) não existem projetos humanitários e de caridade, caia fora sem fazer barulho. Busque viver os princípios cristãos consigo mesmo e engaje-se em comunidades que vivem um cristianismo autêntico. Pense nisso.

Pensamento da semana: “Louvai e bendizei ao meu Senhor. E dai-lhe graças. E servi-o com grande humildade”. Francisco de Assis.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Valmor Luis Doré

Olá Pessoal
Sou Valmor Luis Doré, resido em Dois Vizinhos, PR, e achei muito interessante esta pagina, da pra gente relembrar muita coisa que já passou, mas na real, foi otimo. Parabens Techio por este trabalho. Abraços a todos os seminaristas daquela época, que foi o máximo. Aprendi e conheci muito. Que DEUS ilumine a todos no nosso caminho abraços. Valmor Luis Doré.

Resposta: Valmor, envie seu e-mail para o e-mail cesartechio@gmail.com, para que possamos publicá-lo e assim você poderá receber mensagens de seus ex-colegas. Um abraço.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

DILERMANO ALVES DOS SANTOS




dilermano.alves@gmail.com

Olá!
Sou Dilermano Alves dos Santos, da cidade de Caarapó, Mato Grosso do Sul.
Fui seminarista no Seminário Santo Antônio de Rio Brilhante (MS), entre 1975 e 1978, e de Agudos (SP), em 1979.
Atualmente, sou jornalista, publicitário e apresentador de TV.
Gostaria de entrar em contato com amigos da época...
Seguem fotos.

Dilermano Alves
Jornalista - DRT 625/MS
Especialista em Comunicação & Marketing
(67) 9617-3633 - 8123-0355

RESPOSTA:

Amado Dilermano.
No ano de 1974 Frei Maurílio me convidou, com mais dois colegas, para ir a Rio Brilhante no ano seguinte, 1975, para abrir o Seminário de Rio Brilhante.
Preferi ficar em Luzerna para o desgosto dele. Meus colegas seguiram minha decisão.
Eramos escolados em Luzerna e certamente faríamos um bom trabalho.
Quem diria, querido irmão, iriamos encontrar voce por lá.
Mas passadas três décadas e seis anos, nos encontramos.
Estimado, muitas felicidades, muitos anos de vida com saúde e alegrias.
Paz e Bem.
Cesar Techio

segunda-feira, 16 de maio de 2011

DIFENDI MASSON

Aos meus queridos e inesquecíveis colegas e amigos para sempre, do Seminário São João Batista de Luzerna - SC, de 1971 a 1975, o meu fraterno abraço e as saudades por todos os bons momentos que vivemos. Entrem em contato comigo, que moro aqui em Concórdia - SC através do meu e-mail representacoesdiro@hotmail.com.br.

Vejam a minha foto aí, atualmente continuo muito bonito, mas um pouco usado, segundo o Zurilo (Techio) companheiro de chimarão de todas as manhãs, aqui em Concórdia.
Difendi Paulino Masson

DIFENDI MASSON e em segundo plano ADEMAR SIEGA, 1971, chegada ao seminário.



FERNANDO DEON, OTÁVIO DALPUBEL, DIFENDI MASSON, REINALDO SCHNEIDER. Agachados: MILTON SOUZA, FRANCISCO MORAIS (virou Frei - linguagem segundo o estilo da nossa turma he he he), RENATO DAVID HAMMES e (? não lembramos).



Em pé: (? não lembramos), (? não lembramos),DIFENDI MASSON,GILBERTO PAGLIARIN, LUIS TOIGO (hoje Frei Toigo, padre franciscano em Concórdia - SC), FERNANDO DEON, FREI TARCÍSIO THEEIS. Agachados: REINALDO SCHNEIDER, REMI BRESCIANI, FRANCISCO MORAIS (Frei Francisco, padre franciscano, atualmente na Vozes, em Petrópolis - RJ), OTÁVIO DALPUBEL, MILTON SOUZA.



FRANCISCO BESEN, DILSO TESARO, LEOCIR ALCIDES BALDISSERA, DIFENDI MASSON, IVO CAMOZATTO, ANTONIO...?. Agachados: JOSE MARIA MADRUGA, REMI BRESCIANI, LAURI DAMAZINI, IRINEU ELOI HALLUCH, ALCIDES BRESCIANI.



IDAVIR MASCARELO, ADEMAR SIEGA, LUIS ANTONIO BISOL, FREI OLIVÉRIO FINGER, DIFENDI MASSON, OTÁVIO DALPUBEL. Agachados: REINALDO SCHNEIDER, EDGAR A. MEHERLE, MOACIR AGNEs, (?não lembramos), EGÍDIO BOLIZ

quinta-feira, 5 de maio de 2011

PAULO WALFREDO BACK

Amigos da turma de de 1976, se alguém tiver alguma FOTOGRAFIA do PAULO WALFREDO BACK ao tempo do seminário de Agudos, por favor me envie via e-mail cesartechio@gmail.com. Recebi o e-mail abaixo da irmã dele.
Um abraço e obrigado.
CESAR TECHIO

Bom dia Cesar tudo bem, meu nome é Julia moro em Itajaí - SC, tenho dois irmãos WILSON LUIZ BACK E PAULO WALFREDO BACK ambos foram seminaristas em agudos respectivamente 1974 e 1976. Você por acaso teria alguma foto, histórico escolar, alguma coisa dos dois neste seminário de Agudos. O Paulo está fazendo 50 anos este ano e gostaria de fazer uma surpresa para ele, ja que ele mora nos EUA e estará em visita no Brasil mês que vem. Estou no aguardo. Julia

quarta-feira, 4 de maio de 2011

LUIZ SCHANUEL

luizschanuel@hotmail.com

Olá César

Por puro acaso, encontrei seu blog. Sou Luiz Carlos Schanuel, Moro em Petrópolis, RJ, analista de sistemas, ainda trabalhando, mas também já aposentado . Fui seminarista em Agudos, nos anos 60 a 64. Praticamente não tive mais contato com os amigos da época. Alguns nomes que me lembro: Gilberto Justen (já falecido), Francisco Hitomi, Fausto Weisler, GILBERTO GROSSL, Jorge Neves (também petropolitano). Dos freis acredito que já não tenha mais ninguém vivo: frei Arlindo, Frei Chico (prof. de latim), Frei Gregório (faleceu devido a um ataque de abelhas), Frei Hugo Baggio, Frei Maurílio, Frei Agostinho.
Se tiver notícias de alguém daquela época, por favor, me avise

abraços

Luiz C. Schanuel

domingo, 1 de maio de 2011

GALEDEMIR ANTONIO DARROS

Glademir Antônio Darros escreveu:

Estava procurando na internet pelo Frei Celso Chiarelli pois estive no seminário de Luzerna nos anos 80 e nunca mais tive contato com o Frei, na ocasião da pesquisa encontrei seu site, sou de Xaxim e tenho uma irmã em Concórdia ela possui a Todeschini móveis e se chama Nelita, gostaria de informações sobre o paradeiro e o contato do Frei Celso do mesmo modo gostaria de lhe conhecer pois vou a Concórdia seguidamente. Grato e até mais.

Glademir Antônio Darros
Administração e Marketing

Estimado Glademir.

Achei o Frei Celso, ele está em Rondinha.
o endereço para ver a comunidade, é o seguinte:
http://www.franciscanos.org.br/fraternidades/casas/rondinha_aldeia/galeria.php
FRATERNIDADE FRANCISCANA BOM JESUS DA ALDEIA
RONDINHA - PR
Rodovia do Café - BR 277, Km 112
Rondinha
CEP. 83607-000
Caixa Postal 777 - CEP. 83607-700
Tel. (41) 2105-4690
Fax (41) 3555-1269
Arquidiocese de Curitiba

Olha a foto dele




Abraço

Cesar

sábado, 23 de abril de 2011

ORLANDO DOS REIS

Ao meu auguro de uma Feliz Páscoa, Orlando dos Reis me respondeu conforme texto abaixo, o que me emocionou e compartilho com todos.

Cesar


"Cesar:

Para você igualmente: boas festas de Páscoa! Que o Senhor ressuscitado nos ressuscite todos os dias para uma vida renovada.

O mesmo desejo para os meus ex-colegas, de quase oitenta anos atrás, de quem ainda me recordo: Paludo, Heidemann, Barrionuevo, Schelbauer e outros.

Abraços

Orlando dos Reis

sexta-feira, 22 de abril de 2011

CHEGADA AO SEMINÁRIO

Na extremidade do morro terminava o paralelepípedo e surgia uma estrada de terra esburacada e poeirenta que fazia o percurso Luzerna-Videira. No lado esquerdo erguia-se, reluzente, o hospital de madeira da vila, orientado pelas caridosas irmãs religiosas. Não deu para pensar muito, pois o coração pulou no peito de alegria;

O sol vespertino refletia nas paredes da enorme construção, espelhando seus raios de luz que vinham dar boas vindas. Parecia mais um sonho ou uma pintura de parede, aquele imenso lugar plano, com quadras de esportes, piscina, flores dos mais diversos matizes, árvores frondosas, o prédio cor-de-vinho e as encostas onduladas dos morros, ao fundo, subindo até uns coqueiros encima nas roças de milho, abanando ao vento suave e quente do verão. Era meio da tarde de um dia do mês de fevereiro de 1972.

Um seminarista veterano veio dar as boas vindas. Escolhi um armário nos fundos da rouparia. A mãe ajudou arrumar a cama, última no imenso dormitório do terceiro andar. Fiquei entusiasmado com o salão, todo iluminado, espaçoso e limpo, com cento e trinta camas bem conservadas, perfiladas em quatro filas por mais de cem metros. Por ali todos estavam contentes, rindo solto.

Após o final da tarde a mãe partiu e fiquei ali, hirto, plantado no centro do jardim, como uma flor murcha. Lá de cima vinha solto o barulho das gargalhadas... Vi o veículo com minha mãe sumir após o campo de futebol e passei a observar, meditabundo, o gado pastando placidamente num potreiro situado ao lado direito da estrada.

Sozinho, mecanicamente, vou vendo com curiosidade, o novo cenário da vida; o hálito quente da tarde, o perfume das rosas num canteiro e o dia passando sobre o verde do gramado e a escadaria externa, colorida. Daqui vejo melhor o potreiro. As vacas mugem, e andam lentamente em direção ao curral branco, amarelado. O som do sino da igreja de Luzerna me acorda e sinto que treme, manso pelas montanhas além do rio do Peixe, ecoando pelos morros que sobem em direção das nuvens do anoitecer, entristecendo os bois que permanecem encravados no verde circundado por uma imensa cerca de arame farpado.

O sol agoniza no mato, acima da vila. O vermelho das nuvens se mistura ao amarelo dos milharais já colhidos e, numa casinha, no cume de uma encosta, acima da vila de Luzerna, uma luzinha se acende.

FOTOS DA ÉPOCA COM ANOTAÇÕES




Turma do Barulho